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Saiba mais: www.sustentax.com.br

Em Arquitetura sustentável (veja mais 133 artigos nesta área)

por Paula Graciela*

Diretora da Anab incita empresários a buscar inovações nas universidades



Sair da teoria para a prática, apresentar novas tecnologias e promover discussões com profissionais do setor são as principais aspirações do Ecobuilding 2008 - Forúm Internacional de Arquitetura e Tecnologias para a Construção Sustentável, que acontecerá entre 23 e 25 de maio, em São Paulo.

O fórum juntará especialistas para discutir conceitos, apresentar cases de sucesso e novas tecnologias que estão sendo difundidas mundo afora no ramo da construção civil. 

A organizadora do evento é a Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica - (ANAB-Brasil), que vem discutindo o conceito no país desde 2005. Em entrevista à Revista Sustentabilidade, a arquiteta e urbanista, Silvia Manfredi, diretora geral da ANAB-Brasil, disse que, se ao final do evento os profissionais do ramo da construção decidirem aplicar alguns dos conceitos difundidos em suas atividades, a associação terá atingido um dos seus objetivos: expandir o conceito no país.

Este é o ponto de partida, mas, na opinião de Manfredi, é preciso que os empresários do setor comecem a buscar nas universidades e centros de pesquisa novas tecnologias e técnicas que possam ajudar a reduzir o impacto do setor ao meio ambiente.

"Acima de tudo, o importante é que os trabalhos produzidos também não fiquem restritos no meio acadêmico, mas que sejam levados para o mercado e para a prática profissional", disse Manfredi.

Segundo a organizadora, o Ecobuilding 2008 será a oportunidade para os profissionais conhecerem de perto experiências internacionais, ver como a questão vem sendo pesquisada, desenvolvida e aplicada às técnicas na construção de forma eficiente.

Leia a íntegra da entrevista com Silvia Manfred. 
Revista Sustentabilidade: O que se espera em relação às discussões com os palestrantes?
Silvia Manfredi: Esse evento é realmente voltado aos profissionais do setor e esperamos que as discussões com os palestrantes, principalmente os internacionais, que já adotam metodologias e técnicas sustentáveis, reforcem nosso trabalho de disseminação dessas novas tecnologias por meio da troca de experiências e informações, agregando valores e conhecimento aos nossos profissionais. 

Revista Sustentabilidade: Quais novidades serão apresentadas no evento?
Silvia Manfredi: Serão apresentadas principalmente novas tecnologias, cases de sucesso, últimas pesquisas e trabalhos realizados no setor, além de políticas públicas e sistemas de avaliação e certificação ambiental de edificações. As principais novidades são construções em Steel Frame (construção a seco), estruturas sustentáveis para coberturas, reuso de água, tintas naturais e produtos para automação. 

Revista Sustentabilidade: Como foram organizadas as temáticas do evento?
Silvia Manfredi: As temáticas foram organizadas a partir dos principais pontos da construção sustentável que envolvem tecnologias, ferramentas, metodologias de avaliação e certificação, além de políticas públicas e incentivos à construção sustentável.  

Revista Sustentabilidade: Quando e como surgiu a idéia para um evento voltado para a sustentabilidade na construção civil?
Silvia Manfredi: Difundir o conceito de construção sustentável é a principal missão da ANAB-Brasil, que utiliza várias ferramentas como palestras, cursos de capacitação profissional, treinamentos, eventos dentre outros para atingir este objetivo. É importante ressaltar que a ANAB já atua na Itália há quase vinte anos e começou a atuar no Brasil em 2005, graças ao esforço de um grupo de profissionais preocupados com a questão da `insustentabilidade` do planeta e, mais especificadamente, do setor da construção, considerado que o setor é o que causa maior impacto ambiental. 

Em 2006, a ANAB Itália promoveu um Congresso Internacional que contou com a participação de 18 países, e foi proposto nesta ocasião que fosse realizado um congresso internacional a cada dois anos e em diversos países, e o Brasil foi escolhido como o próximo país a sediar o congresso.

Em 2007 a ANAB-Brasil promoveu o SustentArq, um seminário nacional que contou com a participação de grandes nomes e logo após, com a contribuição do arquiteto Jesse Salgado [especialista na organização de grandes eventos internacionais], decidimos organizar um congresso trazendo nomes importantes do cenário internacional a fim de divulgar para o público brasileiro essa nova realidade. 

Nos países desenvolvidos, o setor da construção já se mobilizou a favor da sustentabilidade desde a década de 70, desenvolvendo novas tecnologias, novos produtos e, acima de tudo, marcos regulatórios que orientam todo o setor. No Brasil, grande parte dos profissionais e das pessoas que vão atuar futuramente na área não têm oportunidade de conhecer de perto o que vem sendo desenvolvido nesses países, e por isso decidimos trazer um pouco dessa experiência internacional para o público brasileiro.

Por outro lado, o Brasil tem avançado bastante em termos de pesquisas na área, mas esse conhecimento fica restrito às universidades e acabam não tendo muita aplicação prática no mercado, principalmente em termos de projeto e muitas tecnologias tem sido desenvolvidas nas universidades que devem ser inseridas no mercado. O principal objetivo do evento é incentivar o desenvolvimento do mercado, tornando a prática profissional de arquitetos e engenheiros, bem como de todos os profissionais envolvidos no setor da construção, mais sustentáveis. Nosso objetivo é mudar realmente a prática profissional, saindo do discurso para a prática. 


Revista Sustentabilidade: Quais os cases de sucesso mais bem vistos na área da construção civil sustentável? 
Silvia Manfredi: Até alguns anos atrás, existiam pouquíssimos cases no país, mas a cada ano esse número vem aumentando. A meu ver, um grande case que significa um marco na construção civil sustentável no país é a ampliação do Cenpes, da Petrobrás, no Rio de Janeiro, do arquiteto José Wagner Garcia e Zanettini. Outros cases serão apresentados no evento, como a cidade Pedra Branca e os [empreendimentos] residenciais Ecolife. 

Revista Sustentabilidade: Quais os maiores desafios para reduzir os impactos causados pela construção civil? 
Silvia Manfredi: Acredito que o maior desafio, num primeiro momento, é a conscientização e a capacitação dos profissionais para o desenvolvimento do mercado. As tecnologias existem e sem dúvida, as inovações tecnológicas serão inevitáveis, mas o fator humano é o principal desafio. Os clientes precisam estar conscientes e exigir do mercado construções mais sustentáveis, e os profissionais precisam se preparar para atender a essa nova demanda que tende a aumentar a cada dia. É a lei da oferta e da procura. Quanto mais pessoas exigirem sustentabilidade, mais o mercado terá que se adaptar e oferecer soluções e menor será o preço. 

Revista Sustentabilidade: Qual é o papel do governo para mudar o quadro atual? 
Silvia Manfredi: O governo tem o papel de criar e regulamentar leis que visam a preservação do meio-ambiente e da qualidade da vida. Ele também pode criar ferramentas de incentivo a construção sustentável por meio de benefícios fiscais, subsídios e menores taxas de financiamento, que sem dúvida, dariam um grande impulso ao desenvolvimento do mercado. 

Já existem projetos de lei que visam a sustentabilidade no setor da construção. Um exemplo é o movimento Cidades Solares, projeto de incentivo ao uso de aquecedores solares. Em algumas cidades, como São Paulo, os novos projetos já têm uma nova regulamentação que torna obrigatória sua utilização. 

Revista Sustentabilidade: Para você, quais tecnologias sustentáveis deveriam ser mais difundidas na construção? 
Silvia Manfredi: Primeiramente, é preciso que os profissionais que atuam no desenvolvimento de projeto mudem suas práticas profissionais e passem a conceber projetos mais sustentáveis e eficientes em termos de conforto e eficiência energética. Pequenas soluções de projeto podem privilegiar o uso da iluminação natural, por exemplo, sem prejudicar o conforto térmico, otimizando o uso da energia e promovendo uma melhor qualidade do ambiente para o usuário. Trata-se da arquitetura bioclimática, que utiliza sistemas passivos solares para soluções de conforto térmico e de iluminação sem o consumo de energia.

Em segundo lugar, é preciso também que as construções utilizem sistemas construtivos mais racionais e eficientes, pois o índice do desperdício de materiais no setor da construção no Brasil é muito alto, e o setor já é o que mais consome recursos naturais. Acredito que esses dois primeiros passos já proporcionariam uma melhora significativa em termos de qualidade construtiva e de consumo de recursos, diminuindo custos inclusive. Tendo cumprido esses primeiros passos, o ponto seguinte seria o uso de tecnologias voltadas à conservação de água, uso de energias renováveis, entre outras. 

Revista Sustentabilidade: Na sua opinião, o fato de um projeto de construção civil ser mais caro que o convencional, impede a expansão do uso da sustentabilidade na cadeia? 
Silvia Manfredi: A construção sustentável não é necessariamente mais cara do que a convencional. Existem algumas tecnologias de maior custo sim, porém é possível construir de modo mais sustentável sem necessariamente um maior custo. Depende muito do tipo de obra e das tecnologias e sistemas utilizados. A meu ver o que impede a expansão do uso da sustentabilidade é justamente a falta de conhecimento de todos os profissionais em geral envolvidos na cadeia da construção. E é claro que as tecnologias e sistemas de maior custo, tem justamente um custo maior pela pequena demanda do mercado. A partir do momento que a demanda aumentar, a tendências dos preços é diminuir. O governo teria aí um importante papel também criando incentivos ao uso desses produtos.

Revista Sustentabilidade: Na sua opinião, certificações como o LEED ajudam a difundir a construção sustentável no país? 
Silvia Manfredi: Sem dúvida, a certificação é uma ferramenta de mercado e tem levado grande parte das empresas e dos profissionais a aprimorarem seus processos. É uma ferramenta importante para a disseminação do tema e, como estabelecem critérios e parâmetros de sustentabilidade, ajudam o mercado orientando a prática profissional. Também é importante a partir do momento que incentiva o desenvolvimento de novas tecnologias.

Revista Sustentabilidade: Como a senhora avalia as pesquisas e inovações em produtos e as tecnologias sustentáveis voltadas para construção no Brasil?
Silvia Manfredi: Muito tem sido desenvolvido e ainda há muito a ser desenvolvido. É necessário muito investimento em inovação tecnológica e pesquisa. É importante dizer que existem recursos públicos para isso junto à órgãos governamentais como FINEP [Financiadora de Estudos e Projetos] e FAPESP [Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo], entre outros, e, por outro lado, há uma carência de projetos. Acima de tudo, o importante é que os trabalhos produzidos também não fiquem restritos no meio acadêmico, mas que sejam levados para o mercado e para a prática profissional.

Fonte: revista sustentabilidade 15/05/2008 13:35

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