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por Alexandre Fracchetta

Lâmpadas incandescentes: saem do mercado até 2016



Com o aparecimento das lâmpadas fluorescentes de variados tipos, aconteceu uma corrida no mercado para que a substituição das incandescentes ocorresse da forma mais rápida possível, visando a economia de energia e maior durabilidade das lâmpadas.



Como as lâmpadas fluorescentes emitem raios ultravioletas, alguns cuidados devem ser tomados, principalmente com aquelas pessoas mais sensíveis e principalmente com as que são portadoras do Lúpus Sistêmico. O Lúpus Sistêmico, uma enfermidade adquirida através de fatores genéticos, imunológicos e ambientais através da radiação é mais frequente em mulheres na fase reprodutiva.

Os sintomas de pele em geral são: lesões cutâneas que podem aparecer após a exposição ao sol. Geralmente, o portador tem sensibilidade ao sol, que deixa a pele avermelhada com pontos semelhantes ao sarampo. Portanto a precaução é evitar a exposição direta ou prolongada á radiação ultravioleta seja através do Sol ou através de lâmpadas fluorescentes.

Nessas condições onde os ambientes estão cada vez mais sendo equipados com esse tipo de lâmpada, os protetores solares são os mais indicados na prevenção. Um paciente que tem lúpus e está inativo, o sol pode ativá-lo. Isso porque os raios ultravioletas podem causar foto sensibilidade em quem tem lúpus. E como as lâmpadas fluorescentes emitem também esse tipo de radiação, a medicina orienta que o portador de lúpus evite ficar sob a exposição direta e por muito tempo.

Não há dados para determinar em horas, a quantidade de tempo que seria prejudicial. Isso porque varia de um paciente para outro. Mas, de um modo geral, os raios ultravioleta podem agravar a doença. No homem também pode ocorrer, mas em proporção de 5 á 6 vezes menor que na mulher.

Atualmente já dispomos no mercado das lâmpadas LED (light emitting diode) que já estão a um custo acessível e que até o momento não existem relatos de que elas sejam prejudicais á saúde. Com níveis de UVA e UVB bem menores, são toleráveis á problemas de pele.

Inclusive as lâmpadas LED (light emitting diode) são as indicadas para terapia fotodinâmica tópicas. A terapia fotodinâmica deve ser considerada, em particular, para pacientes que apresentam lesões superficiais, múltiplas, disseminadas e para pacientes imunossuprimidos. Mais recentemente, a terapia fotodinâmica tem sido indicada no tratamento do foto envelhecimento, acne, esclerodermia, psoríase, verrugas, entre outras.

Por este trabalho será possível ter acesso a uma extensa revisão da literatura sobre terapia fotodinâmica, seus mecanismos, indicações e resultados, seguida de comentários e críticas pertinentes ao assunto. Por isso estudos mais profundos estão surgindo sobre esse assunto.

Fontes de pesquisa:

lupusleslescom.blogspot.com.br

www.scielo.br


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