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por Alexandre Fracchetta

Sobre o Lixo Eletrônico



Com o avanço acelerado da tecnologia, estamos vendo surgir a cada dia, novos produtos em todas as áreas dos eletroeletrônicos, desde os mais avançados computadores aos mais simples celulares e até os mais convencionais equipamentos de som.

Alguém vai se lembrar das famosas oficinas de Rádio e TV, muito procuradas na época ,para recuperação destes equipamentos onde eram viáveis pelo alto custo dos equipamentos e pelo fraco desenvolvimento de novas tecnologias.


É visto que nos dias de hoje não compensa mais gastarmos um valor, para recuperar um dado equipamento sendo que um novo e mais moderno chegaria quase ao custo do conserto de um produto mais antigo e sem a garantia de que o mesmo viria a funcionar de maneira confiável, por questões de adaptação de peças e componentes.

Alguns vão se lembrar de quando era necessário a troca de um componente, recorrer a famosa tabelinha de equivalência de componentes. Hoje com a tecnologia SMD isso não compensa mais.

Mas isso já é sabido pela maioria de nós, porém o mais preocupante é que o Brasil é um dos países que mais acumula o lixo eletrônico. Será que ele é descartado de forma correta, sem agredir a natureza dentro de normas e cuidados com elementos que podem contaminar nosso meio ambiente?

Com alguns dados divulgados no ano passado de 2015 pelo Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) apontam que 27 milhões de brasileiros, em vários municípios do país já podem contar com a coleta seletiva não só do lixo eletrônico, mas também de outros resíduos.

Uma prática que vigora desde agosto de 2010, com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), é a logística reversa: ela define que as empresas são responsáveis por recolher seus produtos após o descarte pelo consumidor. Isso significa que a mesma marca que vende um eletrônico deve recebê-lo de volta ou indicar o que fazer com ele. A regra vale para fabricantes de pilhas, baterias, pneus, lâmpadas fluorescentes, eletrônicos e seus componentes.

O lixo eletrônico, também conhecido como pela sigla REEE (Resíduos de Equipamentos Eletro Eletrônicos), quando descartados de modo incorreto podem gerar sérios riscos ao meio ambiente. Este fator se dá devido ao uso de metais pesados altamente tóxicos na composição destes equipamentos.

Dentre estes metais, os mais comumente encontrados são o mercúrio, berílio e chumbo. Somam-se a estes metais outros diversos componentes químicos. Quando o descarte incorreto ocorre, tais materiais são enterrados junto dos equipamentos, sendo então absorvidos pelos solos com os quais tiveram contato, contaminando, posteriormente, os lençóis freáticos.

O processo de gerenciamento de resíduos e reciclagem é extremamente complexo e depende de mão de obra especializada. O processo inicia-se logo após a coleta do material por pessoal especializado e devidamente treinado.

Utilizando roupas de proteção, os funcionários iniciarão o processo de manufatura reversa. Traduzindo: as peças serão desmontadas. Seus componentes classificados (tais como vidros, plásticos, metais, metais pesados, elementos químicos). Após a classificação, as substâncias tóxicas (nocivas ao meio ambiente e à saúde humana) serão neutralizadas com o uso de diversos processos físico-químicos, impedindo que os mesmos possam gerar qualquer tipo de risco. Os materiais classificados e que não apresentam riscos são, então reprocessados, tornando-se matéria prima para novas produções.
Onde descartar Resíduo de Equipamentos Eletrônicos?

Para evitar a contaminação do solo com os componentes presentes nesses materiais, o ideal é a reciclagem de lixo eletrônico.

É importante ressaltar que esse tipo de resíduo não deve ser descartado em lixeiras comuns e embrulhá-lo em jornais ou plásticos não ajuda em nada o processo. Com a crescente preocupação dos governos e de empresas com o descarte de lixo eletrônico, estão sendo criados normas e programas de incentivo às empresas, para que elas efetuem a coleta do lixo eletrônico, ao qual esse se baseia:

Sucatas de telefonia

Aparelhos Celulares e Carregadores
• Aparelhos Telefônicos
• Aparelhos de FAX
• Nobreaks
• CDS e DVDs
• Cabos de força e dados, fiação e materiais em alumínio, cobre e ferro.
• Aparelhos e centrais telefônicos analógicos e digitais telefones KS, contatos, dissipadores, ventoinhas e transformadores.


Sucata de informática

Processadores
• Modem
• Placas de Computadores
• Servidores
• Placas Eletrônicas
• Fontes de Computadores
• CPUs completas e incompletas
• Teclados e mouses
• Monitores e Monitores LCD
• HDs
• Roteadores
• Drivers
• Notebooks, placas eletrônicas.
• Cabos de sinal e energia
• Painéis elétricos






Este artigo tem como objetivo conscientizar as pessoas de como é importante o descarte correto do material eletrônico, preservando nosso meio ambiente que estaremos deixando para as futuras gerações!


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