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por Alexandre Fracchetta

Cuidados no descarte de lâmpadas queimadas: fluorescente x incandescente x led



Em setembro de 2009 a União Européia traçou como objetivo de reduzir o consumo em 20% até 2020 das lâmpadas consideradas energeticamente ineficientes, atingindo diretamente as lâmpadas fluorescentes, que já estão próximas da sua extinção.


Embora algumas grandes empresas do setor começam a pesquisar tipos de materias diferentes para modificação do filamento por outros materiais, mas mesmo assim elas já estão perdendo o mercado para as fluorescentes, mais econômicas, eficientes e com uma durabilidade bem maior. Existem também as lâmpadas LED, de consumo ainda mais baixo, mas com um custo ainda não competitivo.

No consumo residencial, onde a iluminação é responsável por até 15% do que gastamos com eletricidade o efeito será maior que em outros segmentos, os quais já utilizam as fluorescentes há algum tempo.

Em outros artigos já editados aqui no Fórum da Construção, esse assunto já foi abordado com comparativos de aplicação, custos e outras considerações. O que gostaria de mencionar aqui é sobre o descarte destas lâmpadas, pois numa época onde se fala muito no impacto do meio ambiente é muito importante que todos se conscientizem de como vamos proceder diante desta situação. Nas grandes indústrias, edifícios comerciais de grande porte onde a troca de lâmpada é muito grande, o descarte das mesmas se torna um item preocupante em defesa da natureza. Os tipos de lâmpadas, onde e como descartá-las após sua troca é o assunto que gostaria de tratar. Não profundamente, mas apenas no sentido de alertar as pessoas o quanto isto é importante.


LAMPADAS FLUORESCENTES:

Gás argônio e vapor de mercúrio, seladas em um bulbo de vidro, confeccionam estas lâmpadas. Antes do seu descarte é feita a descontaminação da lâmpada. Empresas especializadas executam este serviço fazendo o corte da lâmpada e recolhendo o mercúrio através de um processo automatizado que deixa o tubo de vidro descontaminado no final do processo, permitindo o descarte do vidro sem qualquer conseqüência.


LAMPADAS DE VAPOR DE MERCÚRIO:

Também composta por vapor de mercúrio e uma pequena quantidade de gás argônio, são encapsuladas em um bulbo de vidro. O processo de descontaminação se procede de forma parecida ás fluorescente. O mercúrio ainda pode ser reutilizado em outras aplicações.


LAMPADAS DE VAPOR DE SÓDIO:

É o metal de sódio (Na) misturado ao mercúrio (Hg) e encapsulada com gás Xenônio são as que apresentam maior rendimento e são muito utilizadas em vias públicas. O processo de descarte se processa da mesma forma das anteriores, recuperando parte dos gases e depois da descontaminação a eliminação do vidro que também pode ser processado novamente.

Porém, fica aqui a pergunta qual delas causa menos impacto ao meio ambiente, qual oferece maior rendimento e a questão do custo.

No programa energético brasileiro, já está se concluindo o estudo para a etiquetagem dos reatores e lâmpadas de sódio e fluorescentes com relação a sua eficiência energética e os impactos ecológicos.

Como proceder na escolha das lâmpadas:
Às que constam da etiqueta: classe de eficiência energética (escolher as de classe mais elevada ? ), fluxo luminoso (ou luminosidade), potência e tempo de vida útil ?. A melhor escolha será sempre uma lâmpada de classe A ou B, de baixa potência e elevado tempo de vida.

Quanto ao aspecto Fisico :
É frequente chamar-se lâmpada fluorescente à tubular, e lâmpada economica  à fluorescente compacta. A lâmpada fluorescente tubular (TL) tem, em geral, maior potência, eficiência luminosa e tempo de vida que a lâmpada fluorescente compacta (CFL). A TL tubular necessita de uma luminária própria específica . A CFL com reator eletronico integrado utiliza-se exatamente como uma lâmpada incandescente comum como mostardo nas figauras acima. Porém sempre atentar quanto ao descarte que deve ser feito de forma consciente.

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