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Em Arquitetura Inclusiva (veja mais 54 artigos nesta área)

Acessibilidade e sua importância nos projetos de hoje e do futuro



Acessibilidade é um dos temas mais atuais e importantes no setor da construção civil. O assunto não é aplicado apenas na arquitetura e urbanismo mas, nesse campo, é cada vez mais discutido e deve ser tratado com seriedade. De modo geral, trata-se de permitir às pessoas com deficiência, definitiva ou temporária, participarem de atividades que incluem o uso de edifícios, produtos, serviços e informação.
Na arquitetura e no urbanismo, a acessibilidade tem sido uma preocupação constante nas últimas décadas. Atualmente estão em andamento obras e serviços de adequação do espaço urbano e dos edifícios às necessidades de inclusão de toda população. Construções adaptadas e equipadas para garantir o máximo conforto e segurança aos moradores da terceira idade, por exemplo, têm tido estudos recentes no Brasil, mas já permitem referências suficientes para a concepção de espaços adequados à dinâmica de vida doméstica de todos.

Banheiros com barras de apoio, pisos planos e anti-derrapantes, boa iluminação das áreas de circulação, botões de emergência nos cômodos são itens que merecem atenção para moradias que atendem à essa faixa etária e, na maioria dos casos, podem ser executados com baixos investimentos.

Incentivar a sociabilização familiar, proteger a saúde e a integridade física promovendo o seu bem-estar são alguns dos objetivos alcançados quando se leva em consideração a questão de acessibilidade nos projetos.

Lar, doce lar

Uma casa é mais do que uma reunião de tijolos, cimento, telhas e tantos outros materiais. É o lugar de nossos sonhos, símbolo de status, espaço privado em que nos reabastecemos para enfrentar a vida “lá fora”.

É, antes de tudo, nosso ninho e, como tal, o lugar mais seguro e aconchegante do mundo. Ou pelo menos deveria ser, mas há riscos nem sempre visíveis. Podemos nos sentir bem em nossas casas mas, dependendo da forma como foram planejadas podem vir a causar acidentes, limitações e desconforto.

No Brasil, a questão econômica sempre foi fator decisivo, principalmente quando o assunto é a casa. Como não podemos nos mudar, cada vez que uma necessidade nova surge --– nascimento de filhos, problemas de saúde, idade avançada -- precisamos transformá-la em um lugar em que possamos viver e desfrutar de todas essas fases de forma segura, prática e agradável.

Prevenção de Acidentes: cuidando do ambiente

As crianças e os idosos são os dois grupos que mais sofrem acidentes em casa. As crianças, por não terem total controle de suas ações, e os idosos, devido às limitações naturais do envelhecimento. É preciso ter atenção redobrada para que os riscos que eles corram sejam os menores possíveis.

Além disso, em geral, os acidentes ocorrem por causa das condições do ambiente combinadas com mais dois fatores: limitações físicas e hábitos pessoais dos moradores. Assim, um ambiente não adequado pode aumentar em muito a chance de ocorrências desses acidentes. Quedas, queimaduras, envenenamento por gás ou medicamento, lesões quando a pessoa bate forte em móveis são algumas ocorrências comuns no cotidiano e que se agravam em construções mal planejadas.

Apesar da diversidade de fatores que podem causar incidentes numa moradia, o profissional responsável pelo planejamento de uma obra deve ter em mente tudo isso. Com relação aos imprevistos causados em virtude das condições do ambiente, podemos destacar:
• O uso ou a instalação de pisos escorregadios,
• Falta de apoios,
• Tapetes soltos,
• Iluminação inadequada,
• Mobiliário leve ou solto,
• Fios e extensões descascados,
• Falta de manutenção em equipamentos,
• Irregularidade do piso,
• Armários muito altos,
• Escadas sem corrimão,
• Vaso sanitário e lavatório em altura inadequada,
• Falta de iluminação,
• Rota de fuga obstruída,
• Torneiras sem controle de temperatura,
• Fogões e churrasqueiras mal protegidas,
• Instalações elétricas sobrecarregadas ou com defeito,
• Área de armazenamento de produtos de limpeza e medicamentos sem trancas,
• Panelas com cabos soltos.

Prevenção de Acidentes: erros mais comuns entre os deficientes e doentes

Além dos fatores relacionados ao ambiente e seus objetos, há também acidentes cuja causa está relacionada aos hábitos das pessoas. Entre estes, podemos destacar:
• Andar muito rápido,
• Carregar muito peso, acima de sua capacidade;
• Não acender as luzes e andar no escuro,
• Usar calçados inadequados ou andar só de meia,
• Manter animais dentro de casa,
• Usar roupas muito longas,
• Usar cadeiras e banquinhos para alcançar lugares altos,
• Uso inadequado de medicamentos, deficiência nutricional por alimentação inadequada,
• Carregar líquidos quentes,
• Uso inadequado de panelas,
• Tomar banho com água muito,
• Usar produtos inflamáveis para limpeza,
• Mal uso de equipamentos elétricos,
• Manter o hábito do fumo,
• Fazer duas atividades ao mesmo tempo, e
• Armazenar remédios de maneira inadequada e sem indicações de uso.

Tipos de deficiência permanente ou transitória

Um arquiteto, engenheiro ou decorador, quando planeja uma obra, já deve ter em mente que as pessoas podem ter ou vir a ter diversos tipos de problemas. Entram aí os fatores pessoais, a serem considerados também pelo construtor antes da execução da obra, tais como:
• Ossos ou musculatura enfraquecidos,
• Agilidade diminuída,
• Equilíbrio reduzido,
• Incontinência urinária,
• Má adaptação a mudanças de intensidade de luz,
• Reações lentas,
• Baixa resistência física,
• Coordenação motora comprometida,
• Flexibilidade diminuída,
• Tendência a exaustação,
• Sensibilidade nas articulações,
• Não perceber diferentes distâncias,
• Postura instável e/ou vertigem,
• Memória reduzida,
• Visão diminuída, aem perceber detalhes,
• Audição diminuída (leva a desatenção),
• Tato reduzido,
• Falta de percepção dos riscos,
• Perda de interesse e confusão mental,
• Olfato reduzido, entre outros relacionados, quase sempre, às condição físicas e psíquicas das pessoas.

Uma casa para ser considerada segura e confortável deve ser organizada de modo a evitar acidentes domésticos, tão comuns, e que muitas vezes podem comprometer física e psicologicamente as pessoas. E é nesse aspecto que a acessibilidade já é uma realidade e deve ser tratada como fator primordial antes da execução de uma obra.

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