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Dýnamis agora é TriGeo!

Em seu 25º aniversário a Dýnamis Engenharia Geotécnica passa para uma nova fase de desenvolvimento e amadurecimento e, a partir de agora irá se concentrar na Consultoria Geotécnica através do Eng° Mauro Hernandez Lozano, criador e fundador da empresa.
Pela vasta experiência adquirida nestes vinte e cinco anos e com a finalidade de continuar prestando serviços geotécnicos de excelência, cria-se a empresa TriGeo Engenharia Geotécnica, alicerçada no mesmo corpo técnico da Dýnamis Engenharia Geotécnica.
O Eng° Mauro Hernandez Lozano continuará a participar ativamente do dia-a-dia da nova empresa, que tem sua conduta inspirada na Ciência Trilógica que unifica a ciência, a filosofia e a metafísica.
A TriGeo surge para fazer diferença no atendimento e relacionamento com clientes e fornecedores.
Veja mais sobre a TriGeo Engenharia Geotécnica na página da empresa em nosso site

por Eng. Mauro Hernandez Lozano

Acidente na Linha 4 do Metrô em SP: Uma Grande Oportunidade Social para a Engenharia Geotécnica



Parece até um paradoxo, como é que um desastre desta proporção pode ser uma oportunidade social? Gosto muito do dito popular, “Transformar o Limão em Limonada”, que representa usar um erro para causar o crescimento do homem, ou neste caso, da sociedade que passa a conhecer mais sobre um determinado assunto, face ao acidente ocorrido.
O problema está em qualquer obra de engenharia civil geotécnica no Brasil, desde um muro de arrimo ou fundação de uma casa; a uma mega obra como esta, em que pesem as magnitudes das conseqüências.

Pergunto inicialmente: o acidente em questão foi causado por uma “falha por desconhecimento” ou pela “omissão do conhecimento”, ou seja, deixou-se de usar algo já existente e disponível?

Devemos nos conscientizar de que o ERRO existiu por termos inconscientizado o CONHECIMENTO já existente. Isto é, a falha ou inadequabilidade da seqüência técnica dos procedimentos da engenharia civil geotécnica, conforme destacaremos a seguir, não foi fruto do desconhecimento da engenharia mas sim de terem “inconscientizado” o conhecimento já existente, por força do Poder Econômico e ou Político.

Para tanto, vamos detalhar a seguir as fases da seqüência técnica correta e já aceita e desenvolvida, conforme usado nos países mais evoluídos e preocupados com a humanização e com as conseqüências da engenharia moderna.

Fase I - Sondagens e Ensaios

As Investigações Geológicas e Geotécnicas (IGG) definem as camadas existentes no subsolo de uma determinada obra, bem como o comportamento dos solos destas camadas levando em consideração a obra a ser ali implantada. Este procedimento é obrigatório em qualquer tipo de obra.

A economia feita sem sabedoria nesta fase do empreendimento, como já foi comprovado, pode levar muitas vezes ao insucesso. As IGG’s devem ser tidas como investimento e não como custo. Pois, quanto mais as IGG’s nos trazem a “realidade” sobre a distribuição das camadas do subsolo e o comportamento destes solos pode-se afirmar que mais econômica e segura será a obra.
Portanto, quanto mais profundas e detalhadas forem as IGG’s, menores serão as incertezas sobre o comportamento dos solos, com um maior investimento nas IGG’s obtemos menores riscos e maior economia na obra.

Certamente este é um ponto chave, que as avaliações do Instituto de Pesquisas Tecnologias (IPT) e o Ministério Público (MP) deverão levar a termo em suas análises e interpretações do projeto da Linha 4 Amarela. Evidentemente, não menos importantes serão as próximas fases descritas a seguir.

Ainda com relação à fase de Sondagens e Ensaios, a programação destes serviços, seu acompanhamento e ajustes devem ser realizadas por engenheiro geotécnico, que deve participar de todas as outras etapas do projeto, principalmente numa obra do vulto e complexidade desta onde é imprescindível a atuação do geólogo de engenharia, interagindo, orientado, e auxiliando as outras áreas da engenharia responsáveis pelo desenvolvimento do projeto e da obra em si.

Pergunto agora: será que houve a devida ação destes profissionais e seus conhecimentos, em todas as fases do empreendimento?

A meu ver, acredito que não. Nossa sociedade encontra-se tão “doente” e uma obra como esta passa pelas mãos de tantos técnicos que o “conhecimento” acaba partilhado de tal forma que parece não existir mais. Como resultado têm-se maiores riscos, inclusive com relação às vidas humanas.

Fase II - Projeto Geotécnico

Existem engenheiros civis especializados, isto é, com experiência específica, como no caso do engenheiro geotécnico. Esta é uma oportunidade para a sociedade aproveitar e conhecer as funções desta especialização, como procuramos esclarecer este artigo.

Local do acidente na linha 4 do metrô de São PauloOs engenheiros com esta especialização utilizam os conhecimentos obtidos através das investigações geológicas e geotécnicas (IGG) para, durante a fase do projeto geotécnico, elaborar seus cálculos e nortear as decisões. Portanto, fica aqui, clara a importância a importância da fase anterior.

No caso desta obra os cálculos seriam para o dimensionamento do revestimento do túnel e do reforço do maciço (subsolo). Mas vale salientar que em qualquer obra, seja ela de uma simples residência, tem-se -- em tese -- que obedecer ao mesmo procedimento. Por exemplo, com base nas sondagens e ensaios devem ser dimensionadas a fundação e o muro de arrimo. Eis aqui, mais uma grande oportunidade para a sociedade aprender com o acidente ocorrido.

Fase III – Instrumentação e Monitoramento

O atual estado de desenvolvimento do projeto geotécnico no nosso país congrega o projeto de instrumentação e monitoramento, apenas ou principalmente em casos de túneis e barragens. À medida que haja uma maior conscientização da sociedade, este procedimento irá sendo incorporado a outros empreendimentos pois tem a finalidade de avaliar o desempenho da obra, em relação às previsões de comportamento estimadas na fase do projeto geotécnico.

A instrumentação tem o objetivo de avaliar o comportamento do maciço durante e após a execução da obra, face ao que foi previsto na fase de projeto. E o monitoramento nos possibilita detectar os possíveis movimentos que poderiam nos levar aos Níveis de Alerta e de Pré-Ruptura durante a execução da obra e também após a sua implantação devido a possíveis acomodações.

Nesta fase do projeto, com base nos cálculos e nas IGG’s, definem-se os procedimentos, ações e atitudes a serem implementados em função dos níveis de alerta e do mapeamento da frente de escavação que ocorrem durante acompanhamento técnico da obra, conforme descrito na fase seguinte.

Este mapeamento da frente de escavação é fundamental, juntamente com a instrumentação, para que possa ser tomada a tempo alguma atitude para evitar o que aconteceu no caso da Linha Amarela. Esta foi, creio eu, a grande falha do sistema, ocasionada pelos “Conhecimentos Inconscientizados” e pelas pressões dos poderes e a patologia social.

Tem-se que ressaltar e alertar aos empreendedores, sejam de uma residência a uma mega obra, dos riscos que sempre existirão em qualquer trabalho de engenharia, e não menos na geotécnica. E da conseqüente necessidade e importância destas fases de trabalho, aqui expostas, sob o risco de gastos desnecessários e de insucessos como o ocorrido na Linha Amarela do Metrô de São Paulo, infelizmente com perda de vidas humanas.

Fase IV - Acompanhamento Técnico das Obras (ATO) e Controle Tecnológico da Obras

Esta fase de um empreendimento de construção civil é outra grande oportunidade, para a sociedade se conscientizar do que se deve fazer durante a execução de qualquer obra. No ATO o engenheiro geotécnico -- de preferência o mesmo que participou desde o início das IGG’s e do projeto -- deverá acompanhar a execução das obras verificando sempre a concordância das previsões da fase de projeto com a execução da mesma.

Nesta fase, em função da própria execução de aterros, escavações e outras obras, o engenheiro deverá verificar os resultados do controle tecnológico dos materiais, da execução das obras, dos resultados da instrumentação, dos boletins de fundações e das obras especiais de reforço. Enfim, verificar se todas as previsões e exigências de projeto estão sendo atendidas conforme foram especificadas.

Com as verificações acima o engenheiro geotécnico poderá realimentar seus conhecimentos sobre as IGG’s e seus cálculos sobre os dimensionamentos de projeto, em função do real comportamento geotécnico do maciço de terra, das rochas e das camadas do solo, podendo interagir com a execução da obra, ajustando sua realização sempre e quando necessário.
Há necessidade de se interagir sempre com as incertezas do subsolo (IGG), cálculos de projeto, resultados da instrumentação e outros condicionantes geotécnicos, de modo a ter uma situação mais segura e econômica.

Assim, é de suma importância a interação das fases anteriores com esta de execução das obras, onde serão reavaliadas as IGG’s. Quando possível serã realizado o acompanhamento do projeto, observado se os condicionantes geotécnicos estão sendo atendidos, verificando a concordância do comportamento do maciço (obra) com o previsto e alterando o projeto, empre que necessário.

Esclarecida a função do ATO, têm-se clara a importância do projetista nesta fase. Assim coloco outras perguntas: será que a empresa projetista estava presente? Participava, ela adequadamente deste trabalho?

Deixo aqui as dúvidas das questões acima, e levanto esta tese como sendo a causa do ocorrido na Linha 4 do Metrô pois, na prática, eu mesmo tenho tido muita dificuldade em convencer os contratantes de tal necessidade e da sua suma importância.

Responsabilizo o próprio setor de Engenharia Geotécnica por tais resultados, em que pese ainda a necessidade preeminente de se avaliar o ocorrido da forma mais justa e técnica possível e assim poder provar esta minha tese.

Fase V - A Obra – O Empreiteiro ou Construtor

O executor precisa realizar a obra de acordo com o Projeto Executivo, que deve conter as especificações técnicas, a seqüência e as etapas de execução, as orientações de ajustes de projeto (ATO) e também a Instrumentação,no caso de túneis e barragens.

O empreiteiro de construção civil deve comprovar a qualidade da obra de acordo com o projeto, isto é, demonstrar a qualidade dos materiais e dos produtos executados, que devem seguir um determinado procedimento técnico de qualidade e de controle tecnológico.

A construção de um túnel deve seguir o monitoramento realizado pela instrumentação, pois em função dos Níveis de Alerta e Pré-Ruptura o projeto atribui uma série de providências técnicas, qualitativas e executivas (Por exemplo, reforço do maciço) quando se está em Nível de Alerta.

As informações obtidas através da mídia, até a presente data, indicam que a obra já se encontrava em “Nível de Alerta” e que as “Providências” não foram tomadas a tempo de impedir a catástrofe. Ou foram? Será?

A lição que devemos tirar deste acidente, é que a sociedade deve, urgentemente, agir através da “Reflexão e Conscientização” de seus erros, e assim mudar seu comportamento e sua conduta, para o bem de todos.

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