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por Inês Reis e Márcia Marques

Jardins Terapêuticos e Jardins Comestíveis



Os jardins sempre foram um espaço de bálsamo para a alma. É impossível não se acalmar diante do visual das plantas, do aroma das flores. Agora, essas características começam a ser usadas em favor de pessoas doentes ou das que apenas estão em busca de um momento tranquilo.

Nos Estados Unidos e na Europa, cresce a tendência de criação dos chamados jardins terapêuticos. Eles são construídos ao ar livre ou em átrios, em solários dos hospitais e em locais públicos, para serem frequentados pela população em geral.


Children's Hospital of Ireland


Combinados com o canto dos pássaros e o barulho da água corrente, despertam a visão, a audição e o olfato, provocando o que os especialistas chamam de distração positiva. A idéia de criação dessas áreas surgiu da observação de que a saúde física e mental é influenciada por aspectos do ambiente físico, como sua luz natural, espaço ou som.

A combinação equilibrada de terapias farmacológicas, comportamentais e ambientais é eficaz para melhorar a saúde dos doentes e idosos.

A implantação de espaços verdes em hospitais humaniza um ambiente geralmente associado à frieza, esterilidade, e até mesmo hostilidade em relação aos pacientes.

Jardins são bastante úteis no tratamento de crianças temporariamente incapacitadas por acidente, cirurgia, trauma psicológico ou ainda aquelas com deficiência mental, sensorial e física.

O contato direto com a natureza é capaz de ajudar na recuperação de doenças, estimulando a vontade de a pessoa viver e lutar. Chamada de Garden Therapy, ou Hortoterapia, uma eficaz coadjuvante dos tratamentos convencionais. A técnica combina cultura de plantas e jardinagem ativa e passiva (contemplação). A hortoterapia tem sido utilizada em institutos correcionais, nos casos de dependência química ou alimentar, fisioterapias, doenças mentais, no tratamento de idosos e doentes senis, bem como entre crianças com necessidades especiais ou não.

Para os mais velhos, a jardinagem possui um efeito extraordinário, pois estimula a ação e exercita a coordenação mão-olhos, melhora a capacidade motora fina, ajudando na abstração do pensamento obsessivo da perda de forças e da saúde. O resultado é que eles se sentem não só úteis e produtivos, mas menos tristes e solitários.

Nas doenças crônicas, degenerativas ou invalidantes. Quando a resposta aos remédios é insatisfatória, a terapia torna a vida mais agradável: mesmo que o doente não se cure, ele se sentirá melhor, mais relaxado.

A terapia pode ter também ação preventiva porque atividades ao ar livre pressupõe uso dos músculos e cérebro, exposição aos benefícios do sol e ar puro. Assim, é uma boa alternativa contra as doenças típicas da cidade: Obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, osteoporose e câncer.

Muitas vezes, uma pessoa adoece porque se sente insatisfeita com a própria vida e deseja encontrar uma cura milagrosa, rápida e eficaz que não existe. Sem esforço e trabalho, busca a cura milagrosa, rápida e eficaz que não existe. Sem esforço e trabalho constantes não se chega a lugar algum. Todos nós precisamos nos ocupar da nossa recuperação, pois a equação terapia=remédio nem sempre se mostra tão válida, uma pequena mudança na paisagem faz bem, não só para a alma mas para o bolso e para o meio ambiente também.

A preocupação com uma alimentação saudável se intensifica conforme a ciência demonstra que esta é a chave para uma vida longa, e para a prevenção de doenças. Uma campanha vem ganhado força nos Estados Unidos, e sua garota propaganda é a primeira-dama, Michelle Obama, que está incentivando as pessoas para que ao invés de apenas utilizar água e adubo com jardins ornamentais, por que não aplicá-los no cultivo de alimentos? São os edible gardens ou jardins comestíveis - um nome mais requintado para a conhecida horta.


Oregon Burn Center Garden, Legacy Health


O grande desafio, é fazer com que essa tendência venha para ficar não somente nos Estado Unidos, Brasil, mas no mundo inteiro.

Colher um tempero fresco para fazer o jantar. Pegar uma laranja no pé e saborear o suco natural. Essas práticas, comuns apenas no Interior, estão mais perto do que imaginamos. Inspirados nessa tendencia, algumas empresas têm difundido a idéia no mercado imobiliário.

O paisagista Roberto Burle Marx, em meio às suas obras de arte, gostava de cultivar plantas que podiam ser vistas também, depois, nos pratos.

Qualquer pessoa pode adotar o conceito e ter em um vaso com salsinha, cebolinha e até manjericão. O resultado? Temperos frescos e mais saborosos.

O aproveitamento de pequenos espaços urbanos para o cultivo de jardins comestíveis traz benefícios para todos que irão compartilhar de um agradável e belo espaço de convivência e produção de alimentos e ervas para chás e temperos.

Como hoje nem todas as pessoas tem espaço no quintal para plantar, há a possibilidade de se ter um pequeno jardim comestível em recipientes, dá para aproveitar muita coisa que tem em casa mesmo, é só usar a criatividade! Não é improvisação, é um método de alta produtividade comprovado por agricultores. O requisito básico é que o local tenha algumas horas de sol por dia.

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