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Em Marketing para profissionais (veja mais 98 artigos nesta área)

por Prof. Paulo Barreto dos Santos

Estresse corporativo



Com o processo social da globalização em escala global, principalmente econômica e comercial, com os países desenvolvidos buscando novos mercados e diante de um cenário de incertezas com o desaquecimento da economia, muito se tem falado sobre o estresse corporativo. Porém, alardeia-se a todo canto e todos têm conhecimento que a prática esportiva faz bem para a saúde e elimina o estresse corporativo.

Diante da crise que assola o mundo, devemos ter o devido cuidado para entender, prever e nos prepararmos para novos desafios.


Neste processo, está, sem dúvida, a busca pela melhoria da qualidade de vida dentro do ambiente empresarial, que se mostra cada vez mais competitivo.

Com o mercado competitivo, muito se exige das pessoas para atendimento rápido e eficaz: o cliente quer tudo para ontem, trazem processos, pedidos, cotações, contratos, processos trabalhistas, acordo de acionistas, com prazos exíguos para solução, como se em um passe de mágica tudo pudesse ficar pronto imediatamente. E ainda, cobram para ontem!!!

Uma grande armadilha é correr para entregar algo que é "urgente", mas que muitas vezes não é importante. Na prática, não se deve parar algo importante só porque há outro processo rotulado "urgente" ou o cliente ligou pedindo algo que está fora do escopo.

Para evitar-se a armadilha, é importante um bom planejamento, priorizando o que é realmente importante. As cobranças de urgência, na medida em que requerem grande desgaste físico e emocional das pessoas, geram estresse. Percebe-se que a grande maioria sofre de estresse, uma doença do século XXI que avança pelas divisórias das salas e escritórios, atingindo todos os profissionais, qualquer que seja o posto ocupado na empresa.

O profissional deste século trabalha em média 54 horas por semana, e o que é pior, não tem tempo para prática de atividade esportiva, acumulando ainda mais estresses por noites mal dormidas, péssima alimentação, maus hábitos e falta de conhecimento construtivo.

Portanto, torna-se cada vez mais necessária a conscientização dos líderes, gerentes e diretores, para a criação de um novo modelo de negócio na gestão de pessoas e saúde corporativa, com o desenvolvimento de práticas e ações que minimizem as causas do estresse corporativo. As empresas se beneficiam com a integração de suas áreas, a troca de conhecimento e o fortalecimento da cultura organizacional.

Um líder que não está humanamente interessado nas pessoas e que não dedica tempo para criar laços com elas, tende a não ter sucesso dentro da organização. Um laço é uma profunda ligação emocional, diferente de simplesmente gostar de alguém.

As pessoas querem expandir suas habilidades e competências ao fazer seu trabalho. Algumas atitudes, tais como: treinamentos, feedbacks constantes e um acompanhamento meticuloso, são essenciais para garantir o sucesso empresarial.

Colaboradores sem qualidade de vida no trabalho, sem saúde e sujeito às demandas do mundo globalizado produzem cada vez menos, o que é ruim para as organizações, que perdem em qualidade e competitividade.

Portanto, prevenção é a palavra-chave. É necessário entender saúde e qualidade de vida dentro do ambiente não como custo, mas como lucro.

Algumas empresas já vem trabalhando fortemente em programas voltados para a melhoria da saúde e bem estar de seus colaboradores, implementando no seu negócio alguma atividade física, ginástica laboral, grupo de canto, academia, terapias, etc. Quando existe a participação de todos - do estratégico ao operacional, a assiduidade aos programas passa a fazer parte da avaliação de desempenho.

Fala-se muito na retenção de talentos, e as empresas querem profissionais qualificados e comprometidos com o seu negócio, com postura inovadora e criatividade empreendedora, que tragam mais soluções que problemas.

Vamos transformar o ambiente de trabalho num local de prazer e realização.



Prof. Paulo Barreto dos Santos, é analista da Divisão de Compras da Prodesp,Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Negócios, MBA em Negociação (INPG), Professor Universitário e palestrante motivacional.



Fonte:www.artigonal.com




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