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por Pedro Ferrapontoff

Iluminação natural eficiente, lentes prismáticas e a Sindrome dos Prédios Selados



Estudos recentes vêm relacionando as condições de trabalho dos ocupantes dos prédios ao meio ambiente interno. Novas doenças têm surgido nestes tempos modernos, relacionando este ambiente saturado a sintomas até então desconhecidos. Estas novas doenças que começam a fazer parte do nosso dia a dia prejudicam a produtividade e bem estar dos ocupantes. A mais importante destas novas doenças é a chamada “Sealed Building Syndrome”, ou Sindrome dos Prédios Selados.
A Sindrome dos Prédios Selados vem sendo estudada a mais de 15 anos nos EUA, e os resultados das pesquisas são impressionantes. Bem, antes de mais nada, é bom dizer que entende-se por “prédio selado” aqueles que, por projeto, não interagem de forma alguma com o meio ambiente externo.

Os estudos comprovam que o ser humano e seu relógio biológico reagem favoravelmente aos estímulos naturais que recebem, proporcionando uma sensação de bem estar. Comprovou-se também que o estímulo que mais atua no relógio biológico humano e suas reações é a luz do dia.


A luz do dia regula o apetite e o sono, entre outras funções básicas. O uso de iluminação natural, em qualquer prédio, melhora em até 40% a performance e o bem estar de seus ocupantes. Mas a utilização da iluminação natural, em um país como o Brasil, que tem um alto índice de iluminação solar durante o ano, infelizmente não é bem explorada. Talvez por falta de maiores informações, talvez por falta de materiais eficientes, o uso da iluminação natural nas empresas de arquitetura e engenharia é encarada como um problema diretamente ligado à transmissão de calor ao interior do prédio, e por conseqüência, ao desconforto térmico.

Este desconforto é gerado pela ineficiência (ou inexistência) do sistema de ar condicionado ou de ventilação, não dimensionado para a carga térmica transmitida ao interior das instalações. Felizmente, o desconforto gerado pela incidência solar na iluminação natural está com seus dias contados. Novos materiais fazem com que as alternativas existentes comecem a perder terreno.

Dentre estes novos materiais, se destacam as lentes prismáticas. As lentes prismáticas e suas utilizações conseguem, de uma maneira impressionante, distribuir a iluminação natural de uma forma mais eficiente do que os materiais até então disponíveis como vidro, policarbonato ou fibra de vidro.

A solução dos painéis prismáticos

Ao receber os raios solares, um painel prismático consegue fragmentá-los em “micro raios” distribuindo a luz em todas as direções e enviando de volta para a atmosfera em torno de 75% do calor transmitido pelos raios infravermelhos, os grandes vilões transmissores de calor. A nova tendência na iluminação de grandes áreas são os domus prismáticos. Os domus usam as mais antigas e confiáveis fontes de luminosidade -- o sol -- para trazer luz ao interior dos prédios. Dependendo do projeto, os domus prismáticos podem iluminar prédios de qualquer dimensão e fim, residencial, comercial e industrial. Dentre os benefícios da iluminação natural eficiente, podemos mencionar:
  • Conforto visual por transmitir ao ambiente 100% do coeficiente de cor.
  • Conforto térmico, pela eliminação da pontualidade solar.
  • Integração com o sistema elétrico, proporcionando uma economia substancial no gasto de energia, que está diretamente ligado ao custo fixo do prédio.
  • Melhor performance do sistema de ar condicionado, proporcionando também uma maior economia energética.
  • Possibilidade de desligamento da iluminação elétrica por até 12 horas durante o horário de verão.
Os custos iniciais de instalação dos equipamentos podem ser recuperados em até 12 meses após a instalação, deixando o usuário menos dependente das distribuidoras de energia e de suas alterações de custos, principalmente nos horários de pico de demanda.
Cabe aos arquitetos e engenheiros brasileiros estar cientes de que a iluminação natural é extremamente viável, se for parte de um projeto desde sua concepção, e que os benefícios aos seus clientes, os proprietários dos prédios, são enormes, não somente em nível de diminuição de custos, mas principalmente em nível de melhoria do ambiente de trabalho, performance, e produtividade de seus colaboradores.

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