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Em Arquitetura e Decoração Corporativa (veja mais 70 artigos nesta área)

por Redação do Fórum da Construção

Ergonomia: Características da boa cadeira



A principal qualidade da boa cadeira é ser apropriada à atividade que o usuário desenvolve no dia-a-dia. As cadeiras de escritório para funções que exigem o uso constante do computador devem ser invariavelmente estofadas. Quanto maior a densidade da espuma, maior será a durabilidade do móvel; as laminadas, por sua vez, têm vida útil curta e não resistem ao uso diário por mais de um ano.

A espuma ideal tem densidade entre 45 e 65, dependendo da qualidade do material, do design, da largura e da espessura do assento e do encosto. As regulagens obrigatórias envolvem a altura do assento e a posição do apoio lombar no encosto; porém, quanto mais regulagens o modelo oferece, mais facilmente ele se adapta aos diferentes usuários.



É importante que o assento seja liso e tenha pequena inclinação para trás; também deve ter dimensões adequadas para acomodar nádegas e coxas, deixando somente as dobras do joelho para fora. As bordas do assento requerem acabamento arredondado para não comprometer a circulação sangüínea dos membros inferiores.

Cadeiras para as funções que implicam o uso constante de computador devem apresentar também encosto dorsal mediano e levemente côncavo, acompanhando a curvatura do dorso no sentido horizontal – os encostos acentuadamente côncavos e os planos são desconfortáveis. Elas devem ter cinco sapatas para garantir estabilidade.

Os rodízios não podem, em hipótese alguma, ter seu movimento dificultado pelo piso. Por sua vez, o encosto ideal oferece ajuste de altura e a possibilidade de pequena inclinação para trás, recurso que ajuda na correta alternância postural. O apoio para os braços é desaconselhável, pois muitas vezes restringe a aproximação entre a cadeira e a mesa, obrigando o usuário a assumir posturas incorretas. Caso esse item esteja previsto, convém que ele tenha altura e largura reguláveis, para se adaptar a usuários mais altos ou mais obesos.

Nas funções em que o uso do computador é eventual, é admissível um mobiliário de concepção diferente. O encosto pode ser mais alto e a inclinação abranger o conjunto encosto-assento, de modo que a cadeira acompanhe os movimentos do usuário sem comprometer a postura correta. Neste caso, é ideal que a cadeira tenha braços, mas eles devem permitir ajustes de altura e largura.

Uso da cadeira

Quando o problema do mobiliário inadequado é superado, surge outra questão: o desconhecimento sobre a postura correta para uso do móvel e sobre as possibilidades de regulagem que oferece. O ideal é que o funcionário seja treinado para usar o mobiliário e tenha em seu poder o manual de instruções, para consultá-lo.

O certo é apoiar a nádega no assento e os pés no chão ou em apoio próprio para esse fim. Para uso do computador, a região dorsal do cotovelo para cima deve ser apoiada em encosto com regulagem de altura e inclinação para trás, formando um ângulo de aproximadamente 100 graus entre o encosto e o assento. O conjunto cadeira e mesa deve permitir que braço e antebraço formem ângulo de 90 graus durante a digitação.

Importante: exercícios posturais para o relaxamento de braço e pescoço durante o expediente não surtem efeito se a cadeira é ruim. Outro cuidado importante é orientar o funcionário a levantar e fazer uma pequena caminhada a cada uma hora de trabalho. Basta ir até o banheiro e voltar. Quem fica muito sentado tem mais deficiências do retorno venoso, o que causa o surgimento de mais varizes e mais precocemente.

Quando o funcionário processa a empresa devido a uma doença ocupacional, as condições de trabalho são verificadas por peritos. Se confirmada a inadequabilidade do mobiliário, a responsabilidade legal cabe à empresa. E esta pode processar o profissional que especificou os móveis como co-responsável.

Auditórios e escolas

O auditório é um local de curta permanência, mas isso não significa que qualquer tipo de assento possa ser empregado. As normas que regem as especificações das cadeiras de escritórios aplicam-se também àquele espaço. A norma em vigor é a NBR 13 962/2002 (Móveis para Escritórios – Cadeiras), que abrange características físicas e dimensionais do móvel, além de estabilidade, resistência e durabilidade. Ela substitui as antigas NBRs 14 110/1998 e 13 962/1997.

As cadeiras para auditórios devem ser do tipo poltrona, estofadas, encosto côncavo até a altura dorsal e com assento liso que pode ser levemente inclinado para trás; os apoios para os braços devem ser planos e longos, preferencialmente com altura regulável.

O mobiliário escolar é regido pela NBR 14 006/2003 (Móveis Escolares – Assentos e Mesas para Conjunto Aluno de Instituições Educacionais), que está prestes a ser revista. Essa norma estabelece a classificação dos móveis em faixas de estatura da população, a fim de contemplar de crianças a adultos de variados portes físicos. Ela abrange características físicas e dimensionais, e ensaios de resistência, estabilidade e durabilidade para os conjuntos de cadeira-carteira, adotado pelo ensino fundamental público. Pela norma, o tampo deve ser frontal para atender crianças destras ou canhotas.

Segundo o engenheiro mecânico Mário Leoni, pesquisador do laboratório de ensaio de móveis do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, desde março de 2005 está em vigor o novo Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC) para Mesa e Cadeira do Conjunto Aluno do Ensino Fundamental, publicado pelo Inmetro, que tem força de lei. Esse documento substitui o antigo Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ), cancelado em 2004, e determina que o mobiliário escolar siga as exigências da NBR 14 006 e de outras normas técnicas referentes ao processo de fabricação. O RAC relaciona até os requisitos que os laboratórios de ensaios técnicos precisam ter para poder atestar o selo de conformidade conferido por diversas organizações certificadoras de produtos, explica o pesquisador.

As normas existem, mas são bastante deficientes. O mercado é dinâmico, as inovações são diárias e as normas técnicas levam anos para mudar. As cadeiras escolares deveriam ser estofadas, porém a regulamentação não faz essa exigência. O mobiliário escolar mal concebido pode levar a vícios posturais ou mesmo alterações músculo-esqueléticas, como a escoliose.

Outras características desejáveis para o conjunto carteira escolar são o tampo frontal móvel, o que facilita o movimento do aluno, e o encosto mediano, côncavo e com regulagem de altura. A cadeira escolar de melhor qualidade envolve custos e por isso nem mesmo as escolas particulares oferecem o móvel adequado. As carteiras com pranchetas móveis custam aproximadamente o dobro dos modelos com prancheta fixa.


Fonte:www.alluxmobile.com.br

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