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Em Saúde para Profissionais (veja mais 66 artigos nesta área)

por Juliana Nakamura

Doenças do trabalho



Os profissionais que atuam na construção civil estão sujeitos a uma série de doenças diretamente relacionadas ao seu trabalho. Muitas delas podem incapacitar a pessoa temporariamente e, em casos mais graves, impedir para sempre o profissional de exercer suas funções.

Para ficar longe dessas enfermidades, vale a pena prestar atenção às fontes de risco de doenças. Elas podem ser tanto físicas (ruído, calor, radiação, umidade, entre outros), quanto químicas (produtos tóxicos presentes em tintas, solventes e cimento, por exemplo) e biológicas (bactérias e vírus).


Além disso, o uso adequado de equipamentos de proteção individual é fundamental para garantir a saúde do trabalhador. Isso vale tanto para as vestimentas (botas, luvas, óculos, máscaras etc.), quanto para os aparatos que protegem o trabalhador de agentes agressivos (protetor auricular, filtro solar etc.).

Diagnosticar a doença cedo é uma medida necessária para evitar que o problema de saúde se agrave. Isso pode ser feito por exame físico ocupacional e exames complementares, solicitados pelo médico.

O profissional deve procurar o médico periodicamente. "Não se pode esperar surgirem sintomas ou sinais para procurar o médico", alerta Ana Lúcia Elias d'Almeida, coordenadora do departamento de Medicina Ocupacional do Seconci-MG. A médica lembra que o trabalhador deve sempre solicitar à empresa a antecipação do seu exame periódico caso note alguma alteração em seu estado de saúde.
Doenças mais comuns na construção civil

Ouvidos - Pair (Perda auditiva induzida por ruído)

Problema difícil de ser detectado, a perda de audição pode afetar todos os trabalhadores que ficam expostos a ruídos superiores a 85 decibéis por um período de oito horas por dia. Para se ter uma ideia, 85 decibéis equivalem aproximadamente ao barulho gerado por um liquidificador em funcionamento. É comum o trabalhador só perceber que sua audição está comprometida quando já perdeu cerca de 50% da capacidade auditiva e não consegue ouvir com perfeição a voz humana.

Causas: exposição prolongada a ruídos altos.
Sintomas: dificuldades de audição.
Como prevenir: usar protetores auriculares. O construtor pode contribuir para evitar esse problema com o uso de máquinas menos ruidosas e isolando o ruído de máquinas que não podem ser substituídas.

Olhos - Conjuntivite por radiação Esta é a doença mais comum causada pela radiação ultravioleta ou infravermelha. Caracteriza-se por ardor e vermelhidão nos olhos, que surgem após algumas horas de trabalho sem proteção. Profissionais que trabalham com soldas (soldadores e ajudantes) são mais vulneráveis a esse tipo de doença. A conjuntivite por radiação pode ser provocada também pela exposição excessiva ao sol.

Causas: exposição a fontes de luz ultravioleta (como a do sol ou de soldas) ou infravermelha (como as de fornos).
Sintomas: vermelhidão e ardor nos olhos.
Como prevenir: usar óculos protetores.

Costas - Lombalgia A famosa dor nas costas é uma das grandes causas de incapacidade no trabalho. Caracteriza-se por dor persistente na área lombar (região mais baixa da coluna vertebral, na altura da cintura) que pode até comprometer a mobilidade da região. Muitas vezes acompanha algum grau de contratura muscular.

Causas: carregamento de peso de forma inadequada.
Sintomas: dores na musculatura vertebral, musculatura endurecida.
Como prevenir: evitar carregar peso em excesso, utilizar equipamento de transporte para cargas pesadas.

Braços - LER (Lesões por Esforço Repetitivo)
Cada vez mais frequentes em diferentes profissões, as lesões por esforço repetitivo são um conjunto de doenças entre as quais estão a tendinite, a bursite e a tenossinovite. Apresentam-se como um processo inflamatório doloroso provocado por movimentos manuais repetitivos, sobrecarga muscular e posturas inadequadas durante longos períodos. Geralmente atingem os membros superiores do corpo.

Causas: execução constante de movimentos repetitivos por longos períodos.
Sintomas: dores, sensação de formigamento e fisgadas, fadiga muscular e perda de força.
Como prevenir: fazer pausas regulares e alongamentos. A empresa deve fornecer equipamentos adequados para cada atividade.

Braços e pernas - Reumatismo Grupo de doenças que provocam dor ou impedem o funcionamento de articulações, músculos, tendões ou ossos. Provavelmente, as mais conhecidas são a artrite reumatóide e a artrose, ou osteoartrose, que afetam cartilagens e articulações e provocam dor, deformação e limitação de movimentos.

Causas: exposição à umidade excessiva, esforços excessivos.
Sintomas: dores nas articulações.
Como prevenir: usar botas de borracha e roupas feitas de material impermeável.

Pulmões - Pneumoconioses O termo pneumoconiose se aplica a um grupo de doenças que se originam com o acesso de poeira aos pulmões. Entre os trabalhadores da construção civil, as poeiras mais perigosas são as de sílica, produzidas em marmorarias e em limpeza por jateamento de areia a seco, por exemplo, e amianto (asbesto), encontrados em alguns modelos de telhas de fibrocimento.

Causas: inalação de partículas (sílica ou amianto).
Sintomas: falta de ar e tosse, causadas por alterações nos pulmões.
Como prevenir: usar máscaras; evitar o uso de produtos com amianto; no trabalho com mármore, adequar a ferramenta ao corte úmido.

Órgãos internos - Intoxicação química
Doença provocada pela exposição a componentes químicos agressivos por inalação ou contato direto com a substância. Isso pode acontecer, por exemplo, durante serviços de pintura e de impermeabilização, entre outros. Dependendo da substância e do grau de intoxicação, pode haver risco de asfixia por deficiência de oxigênio.

Causas: exposição prolongada a tintas, solventes e outros componentes químicos.
Sintomas: fraqueza, náusea.
Como prevenir: seguir a orientação de uso dos produtos indicada pelo fabricante; usar máscara.

Órgãos internos - Doenças causadas por vírus e bactérias O trabalho em locais com pouca higiene, ou mesmo em ambientes insalubres, como em redes de esgoto, contribui para a proliferação de doenças transmitidas por bactérias ou vírus, caso da leptospirose e das hepatites virais.

Causas: contato com bactérias e vírus em ambientes de trabalho insalubres, como em redes de esgoto.
Sintomas: depende do micróbio contraído, pode ir desde mal-estar até febre alta.
Como prevenir: usar máscara e demais equipamentos de proteção.

Pele - Dermatite de contato
Inflamação da pele resultante do contato direto com substâncias que causam reação alérgica ou inflamatória. Ocorre mais comumente nas mãos, braços e face. Pode aparecer quando a pessoa tem contato com uma substância irritante pela primeira vez ou após exposição à substância agressora por longo período.

Causas: a doença pode ser desencadeada por substâncias presentes em solventes, tintas, resinas, ácido clorídrico e ácido sulfúrico. Mas a causa mais comum é o contato com cimento ou cal.
Sintomas: coceira na pele e formação de bolhas que podem estourar, formando crostas e descamações. Se a pele não for tratada, poderá escurecer, ficando grossa e rachada.
Como prevenir: usar luvas, botas e demais equipamentos de proteção para evitar contato direto com as substâncias perigosas.

Pele - Insolação e queimadura solar A exposição excessiva ao sol pode provocar problemas sérios à saúde do trabalhador. A insolação, que pode levar à desidratação, é a mais grave delas. Serviços realizados ao ar livre, como execução de lajes e telhados, merecem cuidado especial. Em dias de sol intenso deve-se evitar a exposição por muitas horas seguidas.

Causas: exposição prolongada aos raios solares ou outras fontes de calor.
Sintomas: bolhas, vermelhidão e queimaduras na pele. Em alguns casos, a insolação pode provocar tontura, falta de ar, náuseas, dor de cabeça.
Como prevenir: usar capacete e beber bastante líquido (não alcoólico). O uso de filtro solar e de óculos escuros com proteção UV também é recomendado.
Auxílio-doença

O auxílio-doença é um benefício que todo segurado da Previdência Social recebe mensalmente ao ficar temporariamente incapacitado para o trabalho, por motivo de doença ou acidente.

Para ter direito, o trabalhador precisa ter contribuído para a Previdência por, no mínimo, 12 meses. O pagamento só é feito após a incapacidade para o trabalho ser comprovada por um médico do INSS.

O benefício é pago enquanto o trabalhador estiver doente. Se ele não recuperar a capacidade para o trabalho, o auxílio-doença pode ser transformado em aposentadoria por invalidez.

É possível requisitar o auxílio doença nas agências do INSS ou pela internet.
www.dataprev.gov.br/servicos/cat/cat.shtm.

Documentação necessária
» Número de Identificação do Trabalhador (NIT ou PIS/Pasep).
» Carteira de Identidade ou Carteira de Trabalho e Previdência Social.
» CPF.
» Documentação médica, se possuir.

Documentação complementar
Empregado e trabalhador avulso:
» Requerimento de benefício por incapacidade.
» Comunicado da data do último dia trabalhado preenchido pela empresa ou pelo segurado.
» Certidão de Nascimento dos filhos menores de 14 anos ou inválidos.


Trabalhador avulso
» Certificado do sindicato de trabalhadores avulsos ou do órgão contratante de mão de obra.

Contribuinte individual
» Registro de firma individual, contrato social e alterações contratuais ou atas das assembleias gerais (empresário).



Fonte:www.equipedeobra.pini.com.br



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