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Em Saúde para Profissionais (veja mais 65 artigos nesta área)

por Dr. Alberto Remesar

Sonolência excessiva diurna, um problema atual



Qualquer um de nós pode sentir um sono leve durante o dia, principalmente nas primeiras horas da tarde. É inegável, entretanto, a sonolência diurna recorrente pode interferir negativamente em nosso dia-a-dia. Geralmente, essa sonolência ocorre em decorrência de estilos de vida, crenças pessoais ou doenças.

O primeiro caso ocorre se a pessoa encurta o número de horas de sono, porque trabalha muito, trabalha e estuda, curte a noite, gosta de ver televisão ou navega na internet até tarde; ficando privada do sono, tenderá a dormir durante o dia. O segundo caso ocorre com pessoas que dormem pouco, porque acreditam que não têm tempo a perder com o sono, porque acreditam, em outras palavras, que dormir seja perda de tempo, abarrotando seu dia com múltiplas atividades, menosprezam o sono. O último caso ocorre com pessoas cuja sonolência pode indicar que seu sono está fragmentado por algum tipo de doença ou síndrome, como o ronco, a apnéia do sono (parada respiratória), a insônia, os movimentos anormais de pernas e braços, a narcolepsia, o bruxismo, a depressão, entre outras enfermidades.

Nos últimos anos, noticiou-se que alguns dos mais importantes e conhecidos acidentes foram ocasionados por falhas humanas, por sua vez ocasionadas, ainda que parcialmente, pelo sono insuficiente. O derramamento de petróleo do Exxon Valdez, no Alaska; a explosão do ônibus espacial Challenger, na Flórida, e o vazamento na usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, foram atribuídos parcialmente à privação de sono e à sonolência dos indivíduos responsáveis pelas operações. Guardadas as proporções, essa mesma causa é atribuída a incidentes muito mais corriqueiros e letais nas ruas e estradas brasileiras como os relativos a acidentes automobilísticos.

Um estudo realizado com a população finlandesa mostrou que 11% das mulheres e 7% dos homens se queixaram de sonolência diurna, com freqüência quase diária. Um outro estudo, com indivíduos de uma região da Suécia, mostrou que 12% dos indivíduos reclamaram que dormirem menos do que necessitavam. Alguns cientistas sugerem que atualmente os indivíduos dormem menos que aqueles que viveram há um século.

A redução da capacidade criativa e profissional, o aumento da irritabilidade, a visão mais pessimista do mundo, a redução da libido e dos reflexos, a fadiga, a "perda de energia", "a vontade de não fazer nada", a dificuldade em tomar decisões, concentrar-se e aprender e os lapsos de memória constituem os principais prejuízos causados naqueles que são acometidos da sonolência diurna excessiva.

Se a sonolência diurna ou uma de suas conseqüências o levou a procurar ajuda médica, relate o número de horas que você permanece acordado e dormindo, se trabalha em período noturno, se tem dificuldade para dormir ou manter-se dormindo, se acorda várias vezes à noite, se ronca, se ingere alguma medicação para dormir ou se bebe próximo à hora de deitar-se. Para complementar a avaliação, seu médico poderá solicitar o exame polissonográfico e o teste das múltiplas latências para o sono.

O tratamento visa eliminar ou diminuir a sonolência por meio da identificação da(s) causa(s) responsável(is) e pode compreender a reestruturação dos horários de sono e de vigília, a realização de cochilos programados, a mudança do horário de trabalho, a cessação ou mudança dos medicamentos em uso, a ingestão de estimulantes do sistema nervoso central e o uso de aparelho intra-oral ou de ventilação contínua e positiva (CPAP).

Dr. Alberto Jorge Remesar LopesMédico responsável pelo CTD Sono. Mestre pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Doutor pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo). Especialista em Medicina do Sono pela SBS (Sociedade Brasileira do Sono).


Fonte:www.ctdsono.com.br



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