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Em Revestimentos, Tintas e Vernizes (veja mais 40 artigos nesta área)

Evitando problemas durante pintura de imóvel



Os profissionais da construção com certeza já conhecem estas dicas, mas ainda tem muita gente que descuida destes cuidados básicos e a situação acaba ficando pior do que já estava... Veja estes procedimentos simples, porém eficientes, para obter um melhor rendimento, aparência e durabilidade em pintura predial, claro, sem falar da economia que um serviço bem feito pode trazer.
A pintura bem executada tem duas etapas bem distintas: preparação e execução. De nada adianta fazer uma pintura excelente, usando materiais de primeira linha, se a base não foi bem preparada, e vice-versa: de nada adianta uma excelente preparação das superfícies e depois comprar tinta de péssima qualidade.

Remoção de tinta desgastada é fundamental antes de iniciar repinturaA preparação consiste na remoção da camada superficial da pintura antiga, que certamente acha-se desgastada, atacada pelo ar, poluição e pelo próprio uso, sem falar daquela “poeirinha” superficial que fica em todas as superfícies de uma casa. Esta camada superficial poderá ser removida com lixa fina e um pano ligeiramente umedecido, nos casos mais simples. Nos casos mais extremos, em que a pintura está bem desgastada e, às vezes, até soltando placas, será preciso uma lixação bem mais profunda, em termos mecânicos, ou até mesmo o uso de removedores específicos, ou seja, a remoção química da camada desgastada.

Se a pintura for feita em caixilhos de ferro, é preciso lixar bem os locais enferrujados ou com começo de ferrugem, e depois passar uma ou mais demãos de zarcão. Uma alternativa é usar esmaltes que podem ser aplicados diretamente sobre a ferrugem, mas certifique-se de usar um método ou outro, ou seja, ou passa zarcão e depois um esmalte tradicional, ou então usar o esmalte adequado para pintura sobre ferrugem. Se estes cuidados não forem tomados, a pintura certamente se soltará e o caixilho continuará o processo de oxidação.

As paredes que já foram pintadas com cal devem receber um tratamento especial. O ideal, mesmo, é pintá-las novamente com cal, mas se o desejo for substitui-lo pelo latex, a parede deve ser lixada profundamente, depois deve ser aplicada uma base adequada para o latex, com se fosse uma pintura sobre parede nova. A aplicação do latex diretamente sobre o cal vai certamente descascar com o tempo. Paredes que já foram pintadas a latex devem receber uma lixação fina, para remover a camada superficial e deixar a superfície um pouco mais rugosa, para melhor aderência da nova tinta.

A pintura de calhas de ferro galvanizado também necessitam de cuidados. Mesmo usando-se um primer para galvanizados, a aderência é fraca, o ideal mesmo é retirar totalmente a pintura anterior, para só então aplicar nova camada, a não ser que a tinta anterior esteja bem firme e difícil de ser retirada.

Além das superfícies a serem pintadas, também o próprio ambiente deve ser preparado, para que ele não seja pintado junto. Para começar, remova tudo o que pode removido, como os espelhos de tomadas e interruptores, quadros e fechaduras. Remova também lustres e luminárias. Por mais cuidadoso que seja o pintor, ele não vai conseguir recortar perfeitamente ao redor destes objetos, sempre vai ficar as marcas indicando que a pintura foi feita depois que estes elementos foram fixados. Claro, nem o chão deve ser forrado, as cortinas devem ser retiradas e os móveis cobertos, afinal, queremos que a tinta seja aplicada apenas nas paredes e nos caixilhos.

Materiais

Feita esta preparação inicial, é preciso escolher e adquirir os materiais. Sua escolha é muito importante para um bom resultado. Cada tipo de superfície deve ser pintada com o produtos mais adequado, cada ambiente merece um tratamento diferenciado para um resultado e para que não surjam problemas futuros, como bolhas e pintura descascada.

O latex para as paredes não costuma apresentar muitos problemas, desde que se use produtos de boa qualidade. Aliás, deve-se lembrar que nem sempre a tinta mais cara é necessariamente a melhor, existem produtos de boa qualidade e por preços bem menores que as marcas tradicionais.

O esmalte sintético é que costuma dar mais problemas, especialmente nas repinturas, devido à incompatibilidade entre os solventes utilizados, é comum acontecer de pintar uma porta, por exemplo, e a pintura nova reagir com a antiga, deixando a superfície enrugada. Assim, para evitar surpresas, procure utilizar a mesma tinta que usou anteriormente ou, se isto for impossível, compre uma pequena quantidade da tinta que pretende utilizar e faça um teste em uma porta ou janela, pintando-a normalmente e aguardando alguns dias para ver se as tintas são compatíveis. Se der tudo certo, então pode-se comprar o material em quantidade suficiente para o trabalho em questão.

Aplicação

A principal regra na hora de tinta imobiliárias é começar pelas cores mais suaves, e depois ir aplicando os tons mais fortes. É aconselhável, também, seguir a seguinte ordem: começar a pintura pelo teto, depois pinta-se as paredes, depois as portas, janelas e, finalmente, o rodapé. Esta seqüência economiza tempo e dinheiro, além de fazer menor sujeira pois haverá menos respingos a serem cobertos e menos lixa a ser aplicada.

A sequencia correta na aplicação da pintura é fundamentalMas de nada adianta pintar sobre superfícies que ainda não estão prontas. Por exemplo, para evitar o surgimento de eflorescências, aquelas manchas esbranquiçadas na superfície pintada, é essencial aguardar a secagem da superfície antes de aplicar a tinta. Nunca se deve pintar superfícies úmidas ou onde foi aplicado algum produto químico que ainda não foi absorvido ou volatilizado. Aliás, quando se pinta um reboco novo, deve-se aguardar cerca de 28 dias para que ele esteja curado e também para que a água usada durante a confecção evapore ou seja absorvida pela parede.

O uso de massa corrida de baixa qualidade, pode provocar bolhas, tanto mais se a poeira do lixamento da massa corrida não foi bem removida. Uma boa dica também é diluir a tinta nas primeiras demãos, para que penetre melhor na massa corrida, aumentando a aderência.

Ferramentas

Os pintores utilizam poucas ferramentas, mas elas devem ser escolhidas de acordo com a tarefa a ser executada. Por exemplo, os rolos são ideais para áreas grandes como paredes ou tetos. O rolo de lã com pelo baixo é indicado para tintas PVA e Acrílica (“latex” e “latex acrílico”) enquanto que o rolo de espuma é indicado para esmaltes, tinta óleo e vernizes. O rolo de espuma rígida (ou borracha) é indicado para dar efeitos de textura.

A qualidade do pincel tem um efeito direto na qualidade do acabamento e na facilidade em controlar e aplicar a tinta. Pincéis com cerdas escuras são indicados para aplicação de tintas a base de solvente, como os esmaltes, tintas a óleo e vernizes. Pincéis com cerdas grisalhas são indicados para aplicação de tintas a base de água, como PVA e Acrílica.

As espátulas de aço são usadas para remover pintura descascada ou com pouca aderência, e são usadas também para aplicar massas em áreas grandes. Se a área for realmente grande, ao invés da espátula é mais indicado usar uma desempenadeira de aço.

É fundamental cuidar da limpeza dos materiais antes de guardá-los, com isto eles se conservam por mais tempo em boas condições de uso. Materiais com resíduos de tintas a base de solvente, esmalte, verniz, tinta óleo devem ser limpos com jornal e lavados com aguarrás ou thinner. Já os materiais com resíduo de tintas a base de água (tinta acrílica e PVA) devem ser lavados com água e sabão.

Conclusão

A pintura de imóveis é cara e trabalhosa. Justamente por isto, quando se faz um orçamento de mão-de-obra de pintura os preços variam muito, pois é bem mais fácil “colocar tinta na parede”, simplesmente, do que tomar todos os cuidados que tratamos aqui. De maneira, geral, uma pintura bem feita gasta mais tempo nos preparativos e nos detalhes finos do que na aplicação da tinta propriamente dita, ou seja, uma pintura cuidadosa vai custar com o dobro ou até mais do que uma feita de qualquer jeito.

Entretanto, é melhor fazer a pintura como se deve. Além de valorizar o imóvel, dura muito mais tempo, ou seja, a longo prazo acaba saindo mais em conta.

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