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Revestimentos sustentáveis



Fazer a opção por revestimentos sustentáveis pode beneficiar a saúde em seu edifício. Uma simples escolha equivocada na tinta é capaz de poluir o interior das edificações, sendo a responsável por enfermidades de difícil diagnóstico e tendo implicação direta na produtividade e no absenteísmo dos funcionários.


Especialmente em edificações pouco ventiladas, onde há contaminação do ar por poluentes desprendidos dos materiais que compõe o prédio e por fungos e micro-organismos, com índices até 50 vezes maiores do que os encontrados na rua.

Sob o pilar da sustentabilidade, surgem novas alternativas de revestimento, com baixos teores ou isentas de insumos voláteis e/ou derivados de petróleo, com o intuito de não agredir o meio ambiente e a saúde dos moradores, como tintas, vernizes, colas, resinas, impermeabilizantes, carpetes, selantes, madeira compensada. Sua identificação dá-se a partir de alguns critérios, como índices de emissões, toxidade, volume das emissões de Compostos Orgânicos Voláteis (COVs) e duração e níveis de exposição e acúmulo.

Materiais como MDFs, compensados e madeiras aglomeradas em geral, possuem em sua composição um material não muito amigo à saúde humana, que é uréia-formaldeído. Essa substância deve ser substituída para que este material não venha a ser um problema na edificação. A maioria dos fabricantes brasileiros ainda utiliza esse componente. Seria muito interessante para o mercado de GreenBuildings que esse componente fosse substituído por outro não tóxico à saúde humana.

As tintas sintéticas derivadas de petróleo, como também colas, vernizes, resinas e impermeabilizantes, por exemplo, contém, muitas vezes, pigmentos à base de metais pesados, que não são eliminados pelo organismo e que contaminam solo, e solventes aromáticos voláteis, prejudiciais à saúde e à camada de ozônio. Os COVs, que são extremamente tóxicos e evaporam logo após a tinta secar, estão presentes em todos os solventes de tinta. Na Europa, diferente do Brasil, já há uma legislação regulamentando utilização e COVs em tintas e vernizes. No Brasil, apesar da falta de uma legislação específica, já é possível encontrar esses materiais com baixos índices de COVs.

O grupo SustentaX – Engenharia de Sustentabilidade, pioneiro na certificação de uma edificação como GreenBuilding na América do Sul sob critério Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) criado pelo U.S. Green Building Concil (USGBC), com a finalidade de dar maior fluidez ao mercado de empreendimentos sutentáveis, institucionalizou o Selo SustentaX, para, assim, facilitar o processo de identificação de produtos e serviços socioambientalmente responsáveis.

Pesquisas indicam que a exigência por responsabilidade socioambiental é crescente em consumidores, e a previsão é de que logo ultrapasse o quesito “bom atendimento”. Todavia, a adoção e divulgação dos princípios de sustentabilidade não têm implicação, apenas, na diferenciação da marca. Em GreenBuildings, proporciona uma produtividade maior de seus ocupantes em até 16%, devido ao índice de absenteísmo até 15% menor, de uma iluminação adequada e controle de temperatura individualizado.

Os custos operacionais também sofrem redução: A economia com a energia pode atingir 30%, a de água 50% e a com o lixo 97%. Além de obterem menores taxas de seguro patrimonial e de vida.

Há benefícios em todos os setores. Para o setor varejista, apenas a iluminação pode ser responsável pelo aumento em até 40% nas vendas. Em hospitais verdes, pacientes melhoram mais rápido. Estudantes têm rendimento acima de 20% em matemática e 26% em leitura em escolas com iluminação adequada. Além da significativa melhora na qualidade de vida em residências e hotéis verdes.


Serviço:

Grupo SustentaX - Engenharia de Sustentabilidade

www.sustentax.com.br

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