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Dýnamis agora é TriGeo!

Em seu 25º aniversário a Dýnamis Engenharia Geotécnica passa para uma nova fase de desenvolvimento e amadurecimento e, a partir de agora irá se concentrar na Consultoria Geotécnica através do Eng° Mauro Hernandez Lozano, criador e fundador da empresa.
Pela vasta experiência adquirida nestes vinte e cinco anos e com a finalidade de continuar prestando serviços geotécnicos de excelência, cria-se a empresa TriGeo Engenharia Geotécnica, alicerçada no mesmo corpo técnico da Dýnamis Engenharia Geotécnica.
O Eng° Mauro Hernandez Lozano continuará a participar ativamente do dia-a-dia da nova empresa, que tem sua conduta inspirada na Ciência Trilógica que unifica a ciência, a filosofia e a metafísica.
A TriGeo surge para fazer diferença no atendimento e relacionamento com clientes e fornecedores.
Veja mais sobre a TriGeo Engenharia Geotécnica na página da empresa em nosso site

por Eng. Mauro Hernandez Lozano

A Patologia Geotécnica



A engenharia geotécnica tem que ser integral para não criar patologias. A sua aplicação sem considerar a intuição pode ser catastrófica.A origem da patologia em engenharia geotécnica (contenções, taludes, fundações, barragens, e outras) em nosso ver, esta relacionada a diversos fatores, mas um é o principal e essencial trata-se da intuição, percepção, bom senso ou senso crítico.

A prática do engenheiro geotécnico tem sido exercida de forma dicotômica. No que se refere à questão já tão polemizada entre a experiência e a teoria (lógica matemática).

Deste modo, acredito que as questões polemizadas, entre teoria e prática, teriam sido atendidas. Ou seja, haveria a aplicação dos aspectos teóricos e práticos.

Entretanto, isto não vem sendo realizado na prática. Isto é, o projeto tem sido reduzido a um desenho apenas, e pior, até as questões lógicas da engenharia geotécnica (o cálculo numérico e as investigações geotécnicas) têm sido negligenciados.

O poder econômico e político têm corrompido o meio técnico levando a uma prática de engenheira geotécnica lamentável. Pois, é sabido o quanto às sondagens, ensaios e outros procedimentos consagrados, vêm sendo negligenciados, e quando realizados, de forma inadequada, acarretando em conseqüências desastrosas.

Mas, o mais importante, é que o engenheiro geotécnico, parece ter perdido seu senso crítico. Lembro o artigo do Peck cujo titulo é “Onde Foi Parar O Senso Crítico?”, de 1980, onde relata diversos insucessos de obras de barragens, atribuindo os mesmos a falta de bom senso.

O que é interessante ressaltar, que quando explica o bom senso / senso crítico leva a questão da falta de experiência dos engenheiros “calculistas”, isto é, a supervalorização dos cálculos (método dos elementos finitos) em detrimento a experiência. E, explica não ser contra os cálculos.

Considera-se atual a questão colocada no artigo de Peck (1980), principalmente pela “atualidade” da questão, lembremos dos insucessos recentes, e conclui-se que a sociedade especializada ainda não conseguiu implantar tal conduta, pressionada que é pelos poderes dominantes. Não se deseja aqui, eximi-la da responsabilidade. Muito pelo contrário, entende-se que todo e qualquer profissional que se submete, a tal comportamento, está se permitindo a corrupção de seus valores mais profundos e éticos.

Quanto à explicação de Peck, de colocar o senso crítico relacionado apenas com a experiência, tenho a considerar minha opinião contrária, ou uma interpretação diferente da que tive, ao ler seu artigo.

Pelos recentes estudos que venho realizando sobre a ciência trilógica, desenvolvida pelo Dr. Norberto R. Keppe pesquisador e psicanalista, compreendo que existem três fatores a serem considerados, para consecução de uma boa engenharia geotécnica, que são: teoria; prática; e intuição (percepção, bom senso ou senso crítico).

Explicando melhor, a trilogia concebe que o ser humano deve considerar em sua vida três aspectos de forma integral, isto é, ao mesmo tempo. Ou seja, ele deve ser a razão (matemático, calculista) a prática (ação com afeto) e a energia essencial que é a intuição. Ele deve aceitar a energia essencial e divina como emanações, tais como a intuição e a percepção, além, evidentemente, da teoria e da experiência. Pode-se associar a teoria à filosofia; e a experiência ou prática à ciência. Então, trilogia, representa a integração da Teologia com a Filosofia e a Ciência.

O mais importante é ressaltar que no entendimento de Keppe o elemento superior é o da energia essencial, e é exatamente este, que não vem sendo considerado nas ciências atuais. Causando com isso, os grandes males, que a humanidade vem presenciando em todos os setores da vida no planeta.

Segundo as descobertas de Keppe, posso compreender o quanto à sociedade tem sido reduzida em seu desenvolvimento, por não considerar a metafísica como um elemento fundamental.

Assim posso concluir, que a boa engenharia geotécnica, só possa ser profícua, ao considerar a teoria conjuntamente com a experiência, sem excluir, mas muito ao contrário, considerando necessariamente e principalmente a intuição ou percepção, como um fator indispensável à boa prática da engenharia.

Como denomina Keppe, a energia essencial é primaria a todo desenvolvimento da humanidade. Esta, por conseguinte, não elimina ou invalida ou reduz a teoria e experiência. Mas, fundi-se as três como igualmente importante, por isso o termo Trilogia Integral. Ou seja, integra a Ciência, Filosofia e Teologia ou experiência, teoria e intuição.

Na verdade, aprende-se dos ensinamentos de Keppe, que a própria teoria e experiência tiveram origem da energia essencial (divina). Também é importante ressaltar, que outros autores na área de geotecnia, citam o bom senso e experiência como elementos diferentes.

Assim pode-se concluir que, bom senso, censo crítico, intuição e percepção estejam relacionados com a energia divina ou essencial como denomina Keppe. Enquanto, outro cientista “Tesla” a chama de energia escalar.

Segundo Keppe, o problema é que as ciências (física, matemática, medicina, e etc..) são baseadas na metafísica de Aristóteles, que está invertida quando comparada à de Platão, Sócrates e Parmênides, seus antecessores. A idéia principal é que Aristóteles baseou-se no parcial para atingir o geral, método indutivo. Enquanto Platão e seus antecessores eram defensores do método dedutivo. Keppe, N.R. diz que o correto é o que denominou de “dedincão” que seria uma conjunção das duas metodologias.


Explicando melhor, no caso da engenharia geotécnica, o engenheiro deve se por em ação, utilizando as técnicas existentes, e mais adequadas, caso a caso, tanto nas investigações como nos cálculos, além de sua experiência e a bibliografia existente e, conjuntamente com as ferramentas vindas da teoria, que representa os pesquisadores e a prática vivenciada em projetos e obras. Mas, sem perder o senso crítico, o bom senso, a intuição e percepção; ou seja, as idéias provenientes do criador.

Voltando a questão de Peck (1980) (Onde Foi Parar O Senso Critico?) tem-se a ratificar que o ser humano parece estar totalmente alheio às infinitas oportunidades metafísicas, reduzindo e ainda, precariamente, a engenharia geotécnica, a aspectos eminentemente sensoriais influenciado por Aristóteles, indo do particular para chegar no geral, deixando de lado sua capacidade e idéias ou senso crítico que provem do Divino.

Ao escrever este artigo, reconheço que muitos colegas irão imaginar, que estou delirando com tal questão aqui exposta. Entretanto, estou certo que a humanidade só pode estar no “caminho errado” e que em breve reconhecerá, se já não o faz, ainda que timidamente este fato.

A aplicação da engenharia geotécnica não é diferente. Temos que aceitar falar deste tema, e em particular, nós temos adotado em nossa empresa, os estudos e as pesquisas, de mais de 50 anos de Keppe N. R., como base dos nossos trabalhos, quer seja na área técnica, administrativa e de desenvolvimento humano, que são o tripé de sustentação de nossa empresa.

Temos que nos tornar trilogicos integral, ou seja, desenvolver qualquer trabalho, ação e relacionamento, vislumbrando os aspectos materiais e espirituais, como uma coisa só, una. Tendo sempre em mente praticar o Bem, o Belo, e a Verdade.

Assim, poderemos responder a pergunta de Peck N. R., dizendo que estamos nos religando a Deus, e conseqüentemente readquirindo o que “perdemos”, por total “ignorância” ou por um “pecado original”, por não querer ver o Bem que recebemos constantemente do Criador e que não fazemos uso.

Isto é, o Bom Senso, o Senso Crítico, a Intuição e Percepção do Conhecimento e da Sabedoria.

Nenhum ser humano será completo, se não aceitar a energética que nos mantém e que dá o acesso a todo, Bem, Verdade e Belo possível e disponível a toda humanidade. Pois somos o Bem, Belo e Verdadeiro e ao rejeitar criamos a Patologia.

Até certo momento da vida, eu tinha ansiedade de qual seria o caminho mais adequado a seguir. Seduzido pela teoria (pesquisa acadêmica), mas com uma certa insatisfação, pois sentia a necessidade dos aspectos práticos referentes à execução das obras.

Se bem que para realizar um bom projeto, é dever do engenheiro geotécnico imaginar a execução da obra projetada. Assim, ele deve definir as etapas e a seqüência construtiva e as especificações técnicas de execução, além do controle tecnológico. Também é indispensável considerar que o projetista geotécnico realize a assessoria técnica a obra (ATO), procurando identificar se as premissas de projeto estão se confirmando, e ajustá-las as reais condições de campo.

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