Seu navegador não supoerta scripts

Busca

 

Curso a Distância - Redução do consumo de água em edificações

Curso a Distância - Eficiência Energética em Edifícios

Curso a Distância - Arquitetura Corporativa

Curso a Distância - Terra Crua

Curso a Distância - Arquitetura Acessível x Barreiras Arquitetônicas e Culturais

 

Artigos

 



Catálogo de Produtos Inclusivos

 

Acompanhe-nos

Facebook   Facebook

 

 

Evoluímos!
Dýnamis agora é TriGeo!

Em seu 25º aniversário a Dýnamis Engenharia Geotécnica passa para uma nova fase de desenvolvimento e amadurecimento e, a partir de agora irá se concentrar na Consultoria Geotécnica através do Eng° Mauro Hernandez Lozano, criador e fundador da empresa.
Pela vasta experiência adquirida nestes vinte e cinco anos e com a finalidade de continuar prestando serviços geotécnicos de excelência, cria-se a empresa TriGeo Engenharia Geotécnica, alicerçada no mesmo corpo técnico da Dýnamis Engenharia Geotécnica.
O Eng° Mauro Hernandez Lozano continuará a participar ativamente do dia-a-dia da nova empresa, que tem sua conduta inspirada na Ciência Trilógica que unifica a ciência, a filosofia e a metafísica.
A TriGeo surge para fazer diferença no atendimento e relacionamento com clientes e fornecedores.
Veja mais sobre a TriGeo Engenharia Geotécnica na página da empresa em nosso site

por Eng. Mauro Hernandez Lozano

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 3a Etapa



Praticamente qualquer obra de engenharia civil depende dos conhecimentos do setor especifico do projeto de engenharia civil denominado de engenharia geotecnia.

Para desenvolver o projeto e obra geotécnica é imprescindível conhecer o Ciclo de Produção ou Qualidade da Engenharia Geotécnica apresentado na figura abaixo.

Neste artigo apresentamos a 3ª Etapa deste Ciclo.



3ª Etapa – Análise de Dados – Interpretação.

Analisemos Dados, ou resultados do Programa das IGGs, representa o estudo do que temos a luz do que precisamos para criar modelos de cálculos, seguros, econômicos e representativos dos comportamentos do maciço constituídos por camadas típicas de solos e rochas, que simularão as obras geotécnicas pretendidas.

Entretanto, ao fazer o Programa de IGGs acompanhar as fases os engenheiros geotécnicos normalmente vão fazendo um modelo de comportamento dos solos e, é ai que pega, quando os resultados das investigações não ocorrem como esperamos procuramos ver o problema em erros de sondagens e ensaios de campo e laboratório.

Ora é exatamente ai que devemos começar por desconfiar e é por isso que os geotécnicos devem fazer o programa, acompanhar sua execução em campo, transporte e laboratórios para depois não colocar o problema na 2ª Etapa de Coleta de Dados, isto é, na execução das IGGs.

Mas, hoje, com redução de investimentos e, consequentemente, na presença dos engenheiros geotécnicos (consultores), nesta fase do ciclo de produção e qualidade da engenharia geotécnica, estamos causando uma baixa qualidade nas IGGs criando problemas de relacionamento entre empresas e não atendendo as necessidades dos clientes com eficácia.

As empresas ficam se culpando sobre os insucessos, pois os valores esperados não condizem com resultados das sondagens e ensaios, não focando no objetivo das IGGs que definir a distribuição das camadas do subsolo e suas propriedades de engenharia.

Portanto, apesar de serem duas Etapas diferentes, 2ª e 3ª, veja o ciclo, devemos entender que para eficácia do sistema produtivo da engenharia geotécnico devemos fazer a coleta concomitante a analise e interpretação e de forma iterativa e dinâmica.

Que pesem as dificuldades econômicas devemos sensibilizar nossos clientes que o acompanhamento das empresas executoras das IGGs é melhor aos custos das soluções geotécnicas do empreendimento.

O fato é seremos muito mais eficaz se o Programa de IGG for realizado e acompanhado pelo seu executor, consultor geotécnico, pois a ele caberá os ajustes, alterações e complementações do programa em função dos próprios resultados parciais, além da analise de dados e interpretação e criação do modelo geológico geotécnico e os cálculos que se sucederão.

A ética do engenheiro geotécnico justamente pela expertise ou experiência deve com a ajuda das IGGs formar um modelo geológico geotécnico que represente da melhor forma possível a obra objeto de seu trabalho devendo assim investir em procurar mostrar ao seu cliente suas necessidades reconhecidas no meio geotécnico.

Ou seja, o geotécnico deve programar e acompanhar as sondagens e ensaios de campo e laboratório conciliando os valores esperados com os obtidos aprofundando-se e concentrando nas dificuldades do geotécnico na criação do modelo geológico geotécnico com identificação dos comportamentos dos solos, rochas ou camadas do subsolo.

O modelo de comportamento das camadas do subsolo criado a partir das IGGs se transformará no modelo de calculo e consequentemente influenciará o dimensionamento das obras.

Esta etapa do ciclo, interpretação dos dados, representa analise das informações coletadas, neste momento, o mais importante é a criatividade analítica do geotécnico em sintetizar os dados existentes reunindo-os em tabela facilitando a definição dos parâmetros geotécnicos necessários aos dimensionamentos das obras.

É bom destacar que devemos nesta etapa do trabalho geotécnico avaliar as dispersões dos dados e as incertezas existentes nos universos de solos e rochas, na capacidade ou limitação do sistema de investigação e na complexidade geotécnica e hidro geológica.

Em função das incertezas percebidas e dos riscos envolvidos pode-se avaliar a necessidade de IGGs complementares.

Podemos sugerir também obras experimentais de fundações, reforços, contenções, escavações, aterros e etc. onde ensaios de laboratório e campo seriam realizados em momentos oportunos antes da obra e ou no inicio das mesmas para avaliar o comportamento dos solos e rochas em situações mais próximas das reais.

Também devemos ressaltar a possibilidade de instrumentar tais obras experimentas para conhecer o seu comportamento.

Assim, poderíamos pensar em submetê-las ate a ruptura como fazemos as provas de carga, arrancamento de grampos, ensaios em tirantes.


Ressalta-se que no quadro acima que o consultor atua em todo o ciclo e que na 3º etapa deve fazer quadros resumos interpretativos que o facilitarão nas decisões e definição dos parâmetros de engenharia que nortearão os cálculos e dimensionamento das estruturas geotécnicas.



Você conhece o "Curso a distancia IBDA - CentrodEstudos? Veja os cursos disponíveis, e colabore com o IBDA, participando, divulgando e sugerindo novos temas.

Visite nossa página no facebook -www.facebook.com/forumconstrucao - Curta, Divulgue

Comentários

Mais artigos

Dória, Alckmin e as enchentes

A quem interessa combater enchentes com a velha estratégia dos piscinões?

Habitação popular, cidades e geologia

Economia e Garantia nos Aterros de Auto Desempenho

Deslizamentos e enchentes: Culpar as chuvas mais uma vez?

As nascentes no código florestal: Uma proposta para a boa solução do imbróglio criado

O significado da fiscalização em obras de engenharia

As soluções assumindo temerariamente o comando

O Código de Mineração, a tragédia da Samarco e os geólogos brasileiros

Rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em Mariana: Irresponsabilidade na gestão de riscos

Cuidado no Projeto de Terraplenagem

Cidades e geologia

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 3a Etapa

Áreas de risco. Chegou a hora e a vez do Ministério Público

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 2a Etapa

Enchentes continuarão se SP não voltar a reter água da chuva

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 1a Etapa

Lençol freático: O melhor reservatório urbano para as águas de chuva

Um código florestal próprio para as cidades

Enchentes: a repetida derrota de um modelo

Carta Geotécnica: Ferramenta indispensável para os municípios brasileiros

Cantareira e enchentes: Nosso paradoxo hídrico

Piscinões verdes contra as enchentes

O colapso do viaduto e a engenharia brasileira

Impõe-se a proibição do rebaixamento forçado do lençol freático em determinados contextos geológicos urbanos

Enchentes: Taxa de Permeabilidade ou Cota de Acumulação/infiltração por Lote?

Substitutivo ao plano diretor inova positivamente

Obras viárias: cortes, aterros, túneis ou viadutos?

Aterro de Alta Performance (AP) - 5 - Taludes, Muros de Arrimo, Barragens e Aterros Sanitários e de Resíduos.

Importância do Programa de Investigações Geológicas Geotécnicas (IGGs)

Aterro de Alta Performance (AP) - 4 - Fundações Rasa

Aterro de Alta Performance (Aterro de AP) - 3 - Obras de Piso Industrial

Aterro de Alta Performance (AP) - 2 - Obras de Pavimentação

Aterro de Alta Performance (AP) - 1

As chuvas, e o medo, chegaram.

Obras de Terraplanagem: O patinho feio da geotecnia

São Paulo: Plano Diretor demanda carta geotécnica

O esvaziamento tecnológico do estado brasileiro e suas terríveis consequências.

Uso Inadequado de Maquinas de Terraplanagem

Situações de cunho geotécnico a ser preventivamente investigado na aquisição/utilização de um terreno

O Prefeito Haddad e as Enchentes

As chuvas chegaram. Como estamos?

Os novos prefeitos e as enchentes

O lixo atrapalha, mas não é o vilão das enchentes

Empreendimento de médio e grande portes: A obrigatoriedade de elaboração de um plano de gestão geológico-geotécnica

Entulho: é preciso consumi-lo em grandes quantidades, o que implica estimular seu uso bruto ou semi-bruto

A enorme importância da camada superficial de solos para a engenharia e a sociedade brasileiras

Imperioso trazer arquitetos e urbanistas para o debate geotécnico

Áreas de Risco: A Lei nº 12.608 e os limites dos alertas pluviométricos

Enchentes: Governador, é preciso virar a mesa

Um pouco de luz para os serviços de recuperação e conservação das estradas vicinais de terra

As calçadas do Sr. Prefeito e as enchentes

Não é com obras e com alertas pluviométricos que as tragédias das áreas de risco devem ser enfrentadas

Responsabilidade Sobre Deslizamentos de Solos e Inundações.

Áreas de risco, geologia e arquitetura

Enchentes: Mais uma vez culpar a natureza?

Riscos de Ruína – Sempre Presente – em Engenharia de Solos

Responsabilidades dos Riscos de Desastres ou Tragédias

Enchentes: Reter as águas de chuva em reservatórios domésticos e empresariais

Trincas nas Edificações

Enchentes: Ajardinem suas calçadas

Enchentes: criem bosques florestados, não tirem a serapilheira

Projeto de Loteamento Carece de Engenharia Geotécnica

As mudanças ao código florestal aprovadas na Câmara e a questão urbana

Relação entre movimentos de massa e a presença de água

É o fenômeno, estúpido!

Olhe à sua volta, há um geólogo por aí

Tipos de Escorregamentos e Importância de Estudos Geotécnicos

Tragédias geológicas: o objetivo deve estar na eliminação do risco

Serra do Cafezal: O atraso tecnológico da BR 116

Áreas de risco, geologia e urbanismo

Drenagem Geotécnica – Solução em Deslizamentos de Solos e Erosão

As tragédias serranas, o código ambiental e o espaço urbano

Muros de Arrimo - Os Mitos e Verdades

Tragédias: A tendência é o aumento da frequência e da letalidade

As tragédias e o essencial da dinâmica evolutiva da escarpa da serra do mar

Seca no Pampa

As Chuvas Causam os Problemas?

Todas as áreas de topografia suave podem ser consideradas seguras?

Cursos Livres de Engenharia Civil Geotécnica - Uma Necessidade

Engenharia Geotécnica e Geologia de Engenharia: responsabilidades distintas, mas indissociáveis

Novamente as chuvas serão as culpadas?

Geotecnia brasileira vive a ditadura da solução

Curso: Solo grampeado - Projeto e Execução

O TAV (Trem de Alta Velocidade) e sua segurança operacional

Deslizamentos de Solos - Descaso Recorrente

Áreas de risco: a remoção é a solução mais justa

Aspectos essenciais na elaboração de uma carta geotécnica

Olhe à sua volta, há um geólogo por aí

A patologia existente por detrás dos deslizamentos de solos

Áreas de risco: quando desocupar, quando consolidar

Deslizamentos de Solos e as Chuvas – Soluções de Biogeotecnia

Carta aberta às autoridades públicas: Deslizamentos e enchentes, que em 2011 as tragédias não se repitam

Áreas de Riscos de Deslizamentos - Não Construir ou Como Construir?

Vidas soterradas. Até quando? Existem soluções?

Enchentes: O conhecimento das causas deve orientar as soluções

Como Enfrentar Problemas de Deslizamento

O mito dos piscinões na cidade de São Paulo

Muro de Arrimo Ecológico

Agora é Lei: Ensaios Triaxiais e ATO - Taludes, Muros de Arrimo e Contenções

A água subterrânea está se tornando casa da mãe joana.

O que é uma nascente? Como identificá-la?

Uma estratégia de governo para a Serra do Mar

Bioengenharia dos Solos na Estabilização de Taludes e Erosões

Carta geotécnica: Um salto à frente no estatuto das cidades.

Acidentes em obras de engenharia. Há como evitá-los

Arquitetura, urbanismo e geologia.

Parede de painéis monolíticos de solo-cimento

Será mesmo o lixo o vilão das enchentes?

Os 3 postulados sagrados da geologia de engenharia

A importância da camada superficial de solos para a sociedade brasileira

Estabilização de taludes: o perigoso

Geotecnia : O papel e as enormes responsabilidades das investigações geológicas

A atual estratégia de combate a enchentes urbanas na região metropolitana de São Paulo é adequada?

Deslizamentos de Taludes e Contenção – Obrigatoriedade de Ensaios e ATO

Enchentes e escorregamentos seguem matando. E daí?

Solução Inédita para Tratamento de Solos Moles no Brasil

Suspeita-se que Retaludamento em Aterro Causa Risco à Rodovia

Case: Uso de gabiões caixa e saco para contenção de parede externa de galpão

Importância da Assessoria Técnica à Obra (ATO) de Muros de Arrimo e Contenção

Contenção em solo reforçado

Visão Holística Sobre Problemas de Engenharia Geotécnica em Áreas de Risco de Deslizamento

A Patologia Geotécnica

Recalques por Rebaixamento do Lençol Freático

Executando aterros sem patologia

Tipos de solo e investigação do subsolo: entenda o ensaio a percussão e seu famoso índice SPT

Conheça os três tipos principais de solo: areia, silte e argila

Como são Desenvolvidos os Projetos Geotécnicos

Contenção em Solo Grampeado

Escorregamento de Taludes e Encostas