Seu navegador não supoerta scripts

Busca

 

Curso a Distância - Redução do consumo de água em edificações

Curso a Distância - Eficiência Energética em Edifícios

Curso a Distância - Arquitetura Corporativa

Curso a Distância - Terra Crua

Curso a Distância - Arquitetura Acessível x Barreiras Arquitetônicas e Culturais

 

Artigos

 



Catálogo de Produtos Inclusivos

 

Acompanhe-nos

Facebook   Facebook

 

 

Evoluímos!
Dýnamis agora é TriGeo!

Em seu 25º aniversário a Dýnamis Engenharia Geotécnica passa para uma nova fase de desenvolvimento e amadurecimento e, a partir de agora irá se concentrar na Consultoria Geotécnica através do Eng° Mauro Hernandez Lozano, criador e fundador da empresa.
Pela vasta experiência adquirida nestes vinte e cinco anos e com a finalidade de continuar prestando serviços geotécnicos de excelência, cria-se a empresa TriGeo Engenharia Geotécnica, alicerçada no mesmo corpo técnico da Dýnamis Engenharia Geotécnica.
O Eng° Mauro Hernandez Lozano continuará a participar ativamente do dia-a-dia da nova empresa, que tem sua conduta inspirada na Ciência Trilógica que unifica a ciência, a filosofia e a metafísica.
A TriGeo surge para fazer diferença no atendimento e relacionamento com clientes e fornecedores.
Veja mais sobre a TriGeo Engenharia Geotécnica na página da empresa em nosso site

por Eng. Mauro Hernandez Lozano

Deslizamentos de Taludes e Contenção – Obrigatoriedade de Ensaios e ATO



Há muito tempo tem-se falado da importância de execução de ensaios de laboratório para definição dos parâmetros de resistência no projeto de taludes e contenções, e, que tais informações gerariam economia e segurança.
Também a questão do acompanhamento técnico ou assessoria técnica às obras (ATO) tem sido objeto de discussões, principalmente, após os últimos acidentes (Metro de SP), como causa de problemas geotécnicos.

Assim agradecemos o trabalho árduo de colegas e a ABNT (associação brasileira de normas técnicas) pela Norma NBR 11682 que disciplina a execução do projeto e obra de Estabilidade de Encostas e no seu bojo cria obrigatoriedade de ensaios triaxiais (resistência dos solos) e acompanhamento de obra (ATO).

Esta norma especifica as condições de apresentação no estudo e controle da estabilidade de encostas e d e taludes resultantes de corte e aterros.

Na etapa de projeto define a necessidade de: perfil geológico geotécnico, programação de investigações, definição dos parâmetros de calculo, diagnóstico, memória de calculo, controle tecnológico, instrumentação entre outros.

Enfim, esta norma, trás uma atualização e informação a toda sociedade de suas obrigações para que casos de deslizamentos de solos que ocorrem cada vez mais freqüentemente culminando com esta catástrofe em Santa Catarina.

O que vem acontecendo a mais de uma década é que uma restrita parte da sociedade que denomino aqui dos engenheiros geotécnicos e geólogos de engenharia sabe da importância destes fatores tratados na norma. Mas, não conseguiu frear o sistema corrupto que veio restringindo uma atuação mais ética da engenharia.

Tem-se um instrumento legal, pois a norma, pelo código do consumidor, tem força de lei. Pode-se e deve-se fazer uso e divulgação para que qualquer envolvido possa utilizá-la.

A norma também destaca a figura do engenheiro civil geotécnico do projeto como responsável pelo ATO citando as funções, das quais destaco as seguintes:
. Verificação dos critérios de projetos e modelos de cálculo . Condições de fundação e dos solos . Recomendações executivas e metodologias executivas . Alterações de projeto

O que é notório observar, principalmente, para os menos familiarizados com engenharia geotécnica, ou a pergunta que fica é por que tais funções durante a execução da obra? Já não deveriam ter sido equacionadas nas fases anteriores de investigação geotécnica e projeto?

Esta é a grande dificuldade da engenharia geotécnica ou do engenheiro ao explicar ao seu cliente. Explica-se que a geotécnica lida com um grande desconhecido que é o comportamento dos solos envolvidos no problema perante as solicitações das obras.

Assim, cabe ao engenheiro especialista investigar, adotar um modelo de cálculo, definir parâmetros de cálculo, projetar suas obras e, numa fase de ATO confirmar se suas hipóteses estão sendo confirmadas. Pois, sempre existira, digamos, certo desconforto, entra o investigado e o real.
No ATO devem-se verificar o comportamento dos solos e do maciço com as visitas do engenheiro geotécnico, o controle tecnológico (ensaios triaxiais, entre outros) e instrumentação.

A instrumentação e monitoramento também são deveras relevantes. Entende-se, que esta providencia pode ser muito simples e econômica (medidas topográficas) às mais sofisticadas. Elas conferem mais segurança e economia, pois lidam na “mensuração real” do comportamento das obras podendo agir de forma mais eficaz e segura durante e, principalmente, após execução das obras onde então se faz uma avaliação de desempenho das mesmas.

Sabe-se das dificuldades de aplicar tais “verdades” em nossas obras em face de uma cultura corrompida pelo sistema econômico que põe o dinheiro em primeiro lugar e não a vida e ou meio ambiente. Entretanto, tem-se que lutar pela ética. Este artigo, entre outros, e, principalmente, esta Norma da ABNT são instrumentos em defesa a ética.

Assim, cabe, principalmente ao engenheiro geotécnico, explicar a sociedade suas necessidades e razões que o obrigam eticamente a agir e convencer seus clientes do que e melhor a eles sem se comprometer com resultados desastrosos e ou catastróficos como estamos vendo por todo pais em face da estação de chuvas.

Cabe aos órgãos públicos planejar e disciplinar a ocupação de encostas em todo pais partindo dos preceitos desta norma e utilizar a engenharia nacional geotécnica de forma mais eficaz na prevenção e atuação em áreas de riscos que cada dia tem aumentado criando um custo social incalculável.

Nossa engenharia geotécnica tem abrangência internacional através de nossas associações de classe e empresariais nos atualizamos e desenvolvemos equipes e equipamentos. Nossas escolas de engenharia apresentam cursos de pós-graduação, apresentamos artigos e teses de projeção internacionais. Muitos de nossos engenheiros não só participam como presidiram ou presidem associações internacionais.

Portanto, não é falta de competência técnica, mas algo acima. Por que não dizer, ética.
Ressalta-se também a questão da experiência (tempo com a prática de engenharia geotécnica) e a intuição ou bom senso (atemporal e ou divino) do engenheiro geotécnico.

Sendo importante destacar que a ética tem uma abrangência divina.

Comentários

Mais artigos

Dória, Alckmin e as enchentes

A quem interessa combater enchentes com a velha estratégia dos piscinões?

Habitação popular, cidades e geologia

Economia e Garantia nos Aterros de Auto Desempenho

Deslizamentos e enchentes: Culpar as chuvas mais uma vez?

As nascentes no código florestal: Uma proposta para a boa solução do imbróglio criado

O significado da fiscalização em obras de engenharia

As soluções assumindo temerariamente o comando

O Código de Mineração, a tragédia da Samarco e os geólogos brasileiros

Rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em Mariana: Irresponsabilidade na gestão de riscos

Cuidado no Projeto de Terraplenagem

Cidades e geologia

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 3a Etapa

Áreas de risco. Chegou a hora e a vez do Ministério Público

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 2a Etapa

Enchentes continuarão se SP não voltar a reter água da chuva

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 1a Etapa

Lençol freático: O melhor reservatório urbano para as águas de chuva

Um código florestal próprio para as cidades

Enchentes: a repetida derrota de um modelo

Carta Geotécnica: Ferramenta indispensável para os municípios brasileiros

Cantareira e enchentes: Nosso paradoxo hídrico

Piscinões verdes contra as enchentes

O colapso do viaduto e a engenharia brasileira

Impõe-se a proibição do rebaixamento forçado do lençol freático em determinados contextos geológicos urbanos

Enchentes: Taxa de Permeabilidade ou Cota de Acumulação/infiltração por Lote?

Substitutivo ao plano diretor inova positivamente

Obras viárias: cortes, aterros, túneis ou viadutos?

Aterro de Alta Performance (AP) - 5 - Taludes, Muros de Arrimo, Barragens e Aterros Sanitários e de Resíduos.

Importância do Programa de Investigações Geológicas Geotécnicas (IGGs)

Aterro de Alta Performance (AP) - 4 - Fundações Rasa

Aterro de Alta Performance (Aterro de AP) - 3 - Obras de Piso Industrial

Aterro de Alta Performance (AP) - 2 - Obras de Pavimentação

Aterro de Alta Performance (AP) - 1

As chuvas, e o medo, chegaram.

Obras de Terraplanagem: O patinho feio da geotecnia

São Paulo: Plano Diretor demanda carta geotécnica

O esvaziamento tecnológico do estado brasileiro e suas terríveis consequências.

Uso Inadequado de Maquinas de Terraplanagem

Situações de cunho geotécnico a ser preventivamente investigado na aquisição/utilização de um terreno

O Prefeito Haddad e as Enchentes

As chuvas chegaram. Como estamos?

Os novos prefeitos e as enchentes

O lixo atrapalha, mas não é o vilão das enchentes

Empreendimento de médio e grande portes: A obrigatoriedade de elaboração de um plano de gestão geológico-geotécnica

Entulho: é preciso consumi-lo em grandes quantidades, o que implica estimular seu uso bruto ou semi-bruto

A enorme importância da camada superficial de solos para a engenharia e a sociedade brasileiras

Imperioso trazer arquitetos e urbanistas para o debate geotécnico

Áreas de Risco: A Lei nº 12.608 e os limites dos alertas pluviométricos

Enchentes: Governador, é preciso virar a mesa

Um pouco de luz para os serviços de recuperação e conservação das estradas vicinais de terra

As calçadas do Sr. Prefeito e as enchentes

Não é com obras e com alertas pluviométricos que as tragédias das áreas de risco devem ser enfrentadas

Responsabilidade Sobre Deslizamentos de Solos e Inundações.

Áreas de risco, geologia e arquitetura

Enchentes: Mais uma vez culpar a natureza?

Riscos de Ruína – Sempre Presente – em Engenharia de Solos

Responsabilidades dos Riscos de Desastres ou Tragédias

Enchentes: Reter as águas de chuva em reservatórios domésticos e empresariais

Trincas nas Edificações

Enchentes: Ajardinem suas calçadas

Enchentes: criem bosques florestados, não tirem a serapilheira

Projeto de Loteamento Carece de Engenharia Geotécnica

As mudanças ao código florestal aprovadas na Câmara e a questão urbana

Relação entre movimentos de massa e a presença de água

É o fenômeno, estúpido!

Olhe à sua volta, há um geólogo por aí

Tipos de Escorregamentos e Importância de Estudos Geotécnicos

Tragédias geológicas: o objetivo deve estar na eliminação do risco

Serra do Cafezal: O atraso tecnológico da BR 116

Áreas de risco, geologia e urbanismo

Drenagem Geotécnica – Solução em Deslizamentos de Solos e Erosão

As tragédias serranas, o código ambiental e o espaço urbano

Muros de Arrimo - Os Mitos e Verdades

Tragédias: A tendência é o aumento da frequência e da letalidade

As tragédias e o essencial da dinâmica evolutiva da escarpa da serra do mar

Seca no Pampa

As Chuvas Causam os Problemas?

Todas as áreas de topografia suave podem ser consideradas seguras?

Cursos Livres de Engenharia Civil Geotécnica - Uma Necessidade

Engenharia Geotécnica e Geologia de Engenharia: responsabilidades distintas, mas indissociáveis

Novamente as chuvas serão as culpadas?

Geotecnia brasileira vive a ditadura da solução

Curso: Solo grampeado - Projeto e Execução

O TAV (Trem de Alta Velocidade) e sua segurança operacional

Deslizamentos de Solos - Descaso Recorrente

Áreas de risco: a remoção é a solução mais justa

Aspectos essenciais na elaboração de uma carta geotécnica

Olhe à sua volta, há um geólogo por aí

A patologia existente por detrás dos deslizamentos de solos

Áreas de risco: quando desocupar, quando consolidar

Deslizamentos de Solos e as Chuvas – Soluções de Biogeotecnia

Carta aberta às autoridades públicas: Deslizamentos e enchentes, que em 2011 as tragédias não se repitam

Áreas de Riscos de Deslizamentos - Não Construir ou Como Construir?

Vidas soterradas. Até quando? Existem soluções?

Enchentes: O conhecimento das causas deve orientar as soluções

Como Enfrentar Problemas de Deslizamento

O mito dos piscinões na cidade de São Paulo

Muro de Arrimo Ecológico

Agora é Lei: Ensaios Triaxiais e ATO - Taludes, Muros de Arrimo e Contenções

A água subterrânea está se tornando casa da mãe joana.

O que é uma nascente? Como identificá-la?

Uma estratégia de governo para a Serra do Mar

Bioengenharia dos Solos na Estabilização de Taludes e Erosões

Carta geotécnica: Um salto à frente no estatuto das cidades.

Acidentes em obras de engenharia. Há como evitá-los

Arquitetura, urbanismo e geologia.

Parede de painéis monolíticos de solo-cimento

Será mesmo o lixo o vilão das enchentes?

Os 3 postulados sagrados da geologia de engenharia

A importância da camada superficial de solos para a sociedade brasileira

Estabilização de taludes: o perigoso

Geotecnia : O papel e as enormes responsabilidades das investigações geológicas

A atual estratégia de combate a enchentes urbanas na região metropolitana de São Paulo é adequada?

Deslizamentos de Taludes e Contenção – Obrigatoriedade de Ensaios e ATO

Enchentes e escorregamentos seguem matando. E daí?

Solução Inédita para Tratamento de Solos Moles no Brasil

Suspeita-se que Retaludamento em Aterro Causa Risco à Rodovia

Case: Uso de gabiões caixa e saco para contenção de parede externa de galpão

Importância da Assessoria Técnica à Obra (ATO) de Muros de Arrimo e Contenção

Contenção em solo reforçado

Visão Holística Sobre Problemas de Engenharia Geotécnica em Áreas de Risco de Deslizamento

A Patologia Geotécnica

Recalques por Rebaixamento do Lençol Freático

Executando aterros sem patologia

Tipos de solo e investigação do subsolo: entenda o ensaio a percussão e seu famoso índice SPT

Conheça os três tipos principais de solo: areia, silte e argila

Como são Desenvolvidos os Projetos Geotécnicos

Contenção em Solo Grampeado

Escorregamento de Taludes e Encostas