Seu navegador não supoerta scripts

Busca

 

Curso a Distância - Redução do consumo de água em edificações

Curso a Distância - Eficiência Energética em Edifícios

Curso a Distância - Arquitetura Corporativa

Curso a Distância - Terra Crua

Curso a Distância - Arquitetura Acessível x Barreiras Arquitetônicas e Culturais

 

Artigos

 



Catálogo de Produtos Inclusivos

 

Acompanhe-nos

Facebook   Facebook

 

 

Evoluímos!
Dýnamis agora é TriGeo!

Em seu 25º aniversário a Dýnamis Engenharia Geotécnica passa para uma nova fase de desenvolvimento e amadurecimento e, a partir de agora irá se concentrar na Consultoria Geotécnica através do Eng° Mauro Hernandez Lozano, criador e fundador da empresa.
Pela vasta experiência adquirida nestes vinte e cinco anos e com a finalidade de continuar prestando serviços geotécnicos de excelência, cria-se a empresa TriGeo Engenharia Geotécnica, alicerçada no mesmo corpo técnico da Dýnamis Engenharia Geotécnica.
O Eng° Mauro Hernandez Lozano continuará a participar ativamente do dia-a-dia da nova empresa, que tem sua conduta inspirada na Ciência Trilógica que unifica a ciência, a filosofia e a metafísica.
A TriGeo surge para fazer diferença no atendimento e relacionamento com clientes e fornecedores.
Veja mais sobre a TriGeo Engenharia Geotécnica na página da empresa em nosso site

por Eng. Mauro Hernandez Lozano

Agora é Lei: Ensaios Triaxiais e ATO - Taludes, Muros de Arrimo e Contenções



A Norma da ABNT NBR-11682, válida a partir de 21/09/09, obriga execução em Estabilidade de Encosta. Esta norma levou mais de 5 anos de trabalho de especialistas em engenharia geotécnica, acadêmicos e práticos, passou pelos tramites da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), e agora é lei. Pois, pelo artigo 39 do código do consumidor, estas normas têm força de lei.

A norma apresenta as condições exigidas no estudo e controle de estabilidade de encosta e de taludes resultantes de cortes e aterros realizados em encostas.

O termo, encosta, é o nome genérico que damos a todas as superfícies inclinadas que delimitam as áreas elevadas do relevo, também denominamos de taludes. Podem ser natural ou artificial em função da ação humana.

Portanto, abrangem uma enorme gama de situação encontradas em obras de estradas, terraplenagem, super e hipermercados, shoppings, edificações, indústrias, aterros sanitários e industriais, residências, entre outras.

A norma é bastante abrangente e ajuda os interessados e tomar conhecimento das diferentes anuências e ou necessidades de um projeto e obras deste tipo assim a sociedade ganha um excelente documento, legal, para tratar de seus problemas e ou não negligenciá-los como vem acontecendo até o presente momento.

Com esta norma a sociedade ganha um excelente documento, legal, para tratar de seus problemas e não negligenciá-los como vem acontecendo até o presente momento.

Os interessados terão oportunidade de perceber a complexidade existente neste tipo de projetos e obras e os riscos envolvidos tanto de vidas, como material e ambiental.

A norma abrange os primeiros levantamentos topográficos, hidrológicos, geológicos e geomorfológicos, destaca as investigações geológicas geotécnicas, inclui as investigações de campo, amostragem e ensaios de laboratório, Criando obrigatoriedade de ensaios de resistência ou triaxiais.

Ressalta-se, e explica-se que estes ensaios de resistência (triaxial) permitirão aos engenheiros geotécnicos reduzirem as incertezas nas propriedades de resistência sendo que isto trará conseqüências benéficas à sociedade com redução de até 30% de custos.

Evidentemente, os fatores humanos, isto é, a ação e ou atitude do engenheiro geotécnico é fundamental na qualidade, segurança e economia das obras e não podem ser normalizados.

Ou seja, a norma é necessária para aprimorar o desenvolvimento da sociedade. Mas, não supera o trabalho investigativo, criativo e intuitivo além de analise, interpretação e experiência do engenheiro geotécnico. Além de um trabalho no bem com beleza e na verdade.

Como diz o psicanalista e cientista Dr. Norberto Keppe o ser humano é na sua essência trilógico e eu diria que o engenheiro geotécnico na sua essência tem que ser experiente lógico e intuitivo para trazer os melhores resultados à humanidade. Isto é, evitar insucessos (ver artigo A Patologia Geotécnica de nossa autoria)

As incertezas envolvidas nos problemas geotécnicos são de incrível complexidade e quanto mais se conhece mais se percebe a “ignorância” e face às incertezas tem-se que tomar a decisão.

Apenas com uma ação ética, persistente e intuitiva pode-se definir o perfil (modelo) geológico geotécnico (PGG) que será a base dos calculo de estabilidade. Inclusive as escolhas dos modelos de cálculos também são parte das incertezas. Assim a norma aborda os critérios de cálculo os fatores de segurança que abrangem tais incertezas.

A norma também indica os deveres do projetista na apresentação dos documentos de projetos. Diga-se de passagem, que tais informações estão sendo negligenciado nos projetos atuais dificultando sobremaneira qualquer entendimento sobre a intenção do projetista quando se procura analisar os documentos de projeto.

A execução das obras também é abordada nesta norma é, principalmente, cria obrigatoriedade de acompanhamento das obras (ATO) pelo engenheiro civil geotécnico.

Explica-se que o projeto, com documentação adequada, apresenta uma serie de informações a serem confirmadas durante execução da obra que são imprescindíveis para segurança e economia das obras.

O apoio técnico das obras (ATO) do engenheiro civil geotécnico realizado através de visitas técnicas tem a função de constatar ou verificar os critérios de projeto e modelos de cálculos de modo a permitir ajuste às condições de campo.

Também se deve destacar o controle tecnológico que devem estar especificados em projeto e devem ser objeto do ATO.

A norma também aborda a manutenção e monitoramento das obras pode-se também chamar de avaliação de desempenho das obras.

Parabéns à ABMS (Associação Brasileira de Mecânicas dos Solos e Engenharia Geotécnica) e seus colaboradores, principalmente, aos que trabalharão na confecção desta norma.

Certo que esta norma ajudará na evolução da engenharia civil geotécnica e conseqüentemente e, principalmente, a humanidade em seu desenvolvimento.

Comentários

Mais artigos

Dória, Alckmin e as enchentes

A quem interessa combater enchentes com a velha estratégia dos piscinões?

Habitação popular, cidades e geologia

Economia e Garantia nos Aterros de Auto Desempenho

Deslizamentos e enchentes: Culpar as chuvas mais uma vez?

As nascentes no código florestal: Uma proposta para a boa solução do imbróglio criado

O significado da fiscalização em obras de engenharia

As soluções assumindo temerariamente o comando

O Código de Mineração, a tragédia da Samarco e os geólogos brasileiros

Rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em Mariana: Irresponsabilidade na gestão de riscos

Cuidado no Projeto de Terraplenagem

Cidades e geologia

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 3a Etapa

Áreas de risco. Chegou a hora e a vez do Ministério Público

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 2a Etapa

Enchentes continuarão se SP não voltar a reter água da chuva

Ciclo de Produção e Qualidade da Engenharia Geotécnica - 1a Etapa

Lençol freático: O melhor reservatório urbano para as águas de chuva

Um código florestal próprio para as cidades

Enchentes: a repetida derrota de um modelo

Carta Geotécnica: Ferramenta indispensável para os municípios brasileiros

Cantareira e enchentes: Nosso paradoxo hídrico

Piscinões verdes contra as enchentes

O colapso do viaduto e a engenharia brasileira

Impõe-se a proibição do rebaixamento forçado do lençol freático em determinados contextos geológicos urbanos

Enchentes: Taxa de Permeabilidade ou Cota de Acumulação/infiltração por Lote?

Substitutivo ao plano diretor inova positivamente

Obras viárias: cortes, aterros, túneis ou viadutos?

Aterro de Alta Performance (AP) - 5 - Taludes, Muros de Arrimo, Barragens e Aterros Sanitários e de Resíduos.

Importância do Programa de Investigações Geológicas Geotécnicas (IGGs)

Aterro de Alta Performance (AP) - 4 - Fundações Rasa

Aterro de Alta Performance (Aterro de AP) - 3 - Obras de Piso Industrial

Aterro de Alta Performance (AP) - 2 - Obras de Pavimentação

Aterro de Alta Performance (AP) - 1

As chuvas, e o medo, chegaram.

Obras de Terraplanagem: O patinho feio da geotecnia

São Paulo: Plano Diretor demanda carta geotécnica

O esvaziamento tecnológico do estado brasileiro e suas terríveis consequências.

Uso Inadequado de Maquinas de Terraplanagem

Situações de cunho geotécnico a ser preventivamente investigado na aquisição/utilização de um terreno

O Prefeito Haddad e as Enchentes

As chuvas chegaram. Como estamos?

Os novos prefeitos e as enchentes

O lixo atrapalha, mas não é o vilão das enchentes

Empreendimento de médio e grande portes: A obrigatoriedade de elaboração de um plano de gestão geológico-geotécnica

Entulho: é preciso consumi-lo em grandes quantidades, o que implica estimular seu uso bruto ou semi-bruto

A enorme importância da camada superficial de solos para a engenharia e a sociedade brasileiras

Imperioso trazer arquitetos e urbanistas para o debate geotécnico

Áreas de Risco: A Lei nº 12.608 e os limites dos alertas pluviométricos

Enchentes: Governador, é preciso virar a mesa

Um pouco de luz para os serviços de recuperação e conservação das estradas vicinais de terra

As calçadas do Sr. Prefeito e as enchentes

Não é com obras e com alertas pluviométricos que as tragédias das áreas de risco devem ser enfrentadas

Responsabilidade Sobre Deslizamentos de Solos e Inundações.

Áreas de risco, geologia e arquitetura

Enchentes: Mais uma vez culpar a natureza?

Riscos de Ruína – Sempre Presente – em Engenharia de Solos

Responsabilidades dos Riscos de Desastres ou Tragédias

Enchentes: Reter as águas de chuva em reservatórios domésticos e empresariais

Trincas nas Edificações

Enchentes: Ajardinem suas calçadas

Enchentes: criem bosques florestados, não tirem a serapilheira

Projeto de Loteamento Carece de Engenharia Geotécnica

As mudanças ao código florestal aprovadas na Câmara e a questão urbana

Relação entre movimentos de massa e a presença de água

É o fenômeno, estúpido!

Olhe à sua volta, há um geólogo por aí

Tipos de Escorregamentos e Importância de Estudos Geotécnicos

Tragédias geológicas: o objetivo deve estar na eliminação do risco

Serra do Cafezal: O atraso tecnológico da BR 116

Áreas de risco, geologia e urbanismo

Drenagem Geotécnica – Solução em Deslizamentos de Solos e Erosão

As tragédias serranas, o código ambiental e o espaço urbano

Muros de Arrimo - Os Mitos e Verdades

Tragédias: A tendência é o aumento da frequência e da letalidade

As tragédias e o essencial da dinâmica evolutiva da escarpa da serra do mar

Tragédia climática de janeiro de 2011 - minhas impressões

Seca no Pampa

As Chuvas Causam os Problemas?

Todas as áreas de topografia suave podem ser consideradas seguras?

Cursos Livres de Engenharia Civil Geotécnica - Uma Necessidade

Engenharia Geotécnica e Geologia de Engenharia: responsabilidades distintas, mas indissociáveis

Novamente as chuvas serão as culpadas?

Geotecnia brasileira vive a ditadura da solução

Curso: Solo grampeado - Projeto e Execução

O TAV (Trem de Alta Velocidade) e sua segurança operacional

Deslizamentos de Solos - Descaso Recorrente

Áreas de risco: a remoção é a solução mais justa

Aspectos essenciais na elaboração de uma carta geotécnica

Olhe à sua volta, há um geólogo por aí

A patologia existente por detrás dos deslizamentos de solos

Áreas de risco: quando desocupar, quando consolidar

Deslizamentos de Solos e as Chuvas – Soluções de Biogeotecnia

Saídas para evitar novas catástrofes em 2011

Carta aberta às autoridades públicas: Deslizamentos e enchentes, que em 2011 as tragédias não se repitam

Áreas de Riscos de Deslizamentos - Não Construir ou Como Construir?

Vidas soterradas. Até quando? Existem soluções?

Enchentes: O conhecimento das causas deve orientar as soluções

Como Enfrentar Problemas de Deslizamento

O mito dos piscinões na cidade de São Paulo

Muro de Arrimo Ecológico

Governador Serra, peça ao IPT um plano alternativo de combate às enchentes

Agora é Lei: Ensaios Triaxiais e ATO - Taludes, Muros de Arrimo e Contenções

A água subterrânea está se tornando casa da mãe joana.

O que é uma nascente? Como identificá-la?

Uma estratégia de governo para a Serra do Mar

Bioengenharia dos Solos na Estabilização de Taludes e Erosões

Carta geotécnica: Um salto à frente no estatuto das cidades.

Acidentes em obras de engenharia. Há como evitá-los

Lições de Santa Catarina. Autoridades, queiram por favor anotar

Arquitetura, urbanismo e geologia.

Parede de painéis monolíticos de solo-cimento

Será mesmo o lixo o vilão das enchentes?

Os 3 postulados sagrados da geologia de engenharia

A importância da camada superficial de solos para a sociedade brasileira

Estabilização de taludes: o perigoso

Geotecnia : O papel e as enormes responsabilidades das investigações geológicas

A atual estratégia de combate a enchentes urbanas na região metropolitana de São Paulo é adequada?

Deslizamentos de Taludes e Contenção – Obrigatoriedade de Ensaios e ATO

Enchentes e escorregamentos seguem matando. E daí?

Solução Inédita para Tratamento de Solos Moles no Brasil

Suspeita-se que Retaludamento em Aterro Causa Risco à Rodovia

Case: Uso de gabiões caixa e saco para contenção de parede externa de galpão

Importância da Assessoria Técnica à Obra (ATO) de Muros de Arrimo e Contenção

Contenção em solo reforçado

Visão Holística Sobre Problemas de Engenharia Geotécnica em Áreas de Risco de Deslizamento

A Patologia Geotécnica

Recalques por Rebaixamento do Lençol Freático

Executando aterros sem patologia

Tipos de solo e investigação do subsolo: entenda o ensaio a percussão e seu famoso índice SPT

Acidente na Linha 4 do Metrô em SP: Uma Grande Oportunidade Social para a Engenharia Geotécnica

Conheça os três tipos principais de solo: areia, silte e argila

Como são Desenvolvidos os Projetos Geotécnicos

Contenção em Solo Grampeado

Escorregamento de Taludes e Encostas