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Dýnamis agora é TriGeo!

Em seu 25º aniversário a Dýnamis Engenharia Geotécnica passa para uma nova fase de desenvolvimento e amadurecimento e, a partir de agora irá se concentrar na Consultoria Geotécnica através do Eng° Mauro Hernandez Lozano, criador e fundador da empresa.
Pela vasta experiência adquirida nestes vinte e cinco anos e com a finalidade de continuar prestando serviços geotécnicos de excelência, cria-se a empresa TriGeo Engenharia Geotécnica, alicerçada no mesmo corpo técnico da Dýnamis Engenharia Geotécnica.
O Eng° Mauro Hernandez Lozano continuará a participar ativamente do dia-a-dia da nova empresa, que tem sua conduta inspirada na Ciência Trilógica que unifica a ciência, a filosofia e a metafísica.
A TriGeo surge para fazer diferença no atendimento e relacionamento com clientes e fornecedores.
Veja mais sobre a TriGeo Engenharia Geotécnica na página da empresa em nosso site

por Eng. Mauro Hernandez Lozano

Trincas nas Edificações



Saber o que causou a trinca em uma edificação é imprescindível para solucionar o problema. Ou seja, se não diagnosticar a origem do problema não estaremos, provavelmente, resolvendo-o. Será apenas uma questão de sorte e azar, um jogo, e não engenharia civil geotécnica.

São enumeras as origens das trincas em edificações. Poderíamos separá-las em de acabamento, da estrutura e de fundação.

Neste artigo vamos discorrer sobre as de fundação, ou seja, de origem geotécnica que é nossa especificidade de experiência e dedicação.

As trincas de origem geotécnica são as menos conhecidas pela sociedade, pois estão relacionadas com comportamento dos solos de fundação. Enquanto, as outras estão relacionadas com matérias e processos construtivos da engenharia civil (cimento, concreto, areia e etc.)

O comportamento dos solos é, normalmente, muito negligenciado, pois a especialidade de engenharia geotécnica e mais jovem dos setores da engenharia civil.

Para se conhecer o comportamento dos solos deve-se obrigatoriamente executar as sondagens e ensaios de solos. E, isto é executado inadequadamente apesar das normas técnicas da ABNT(Associação Brasileira de Normas Técnicas) que exigirem estas providencias e tem força de Lei.

Os tipos de trincas de origem geotécnica são de recalques diferencias. Ou seja, um pilar ou região da estrutura recalca (afunda ou assenta) mais do que outro. Isto gera esforços na estrutura que não foram previamente previstos no projeto estrutural e, por conseguinte, surge a trinca.

Poderíamos classificar os recalques para solos não saturados e saturados. Isto é, os solos existentes ao longo da edificação e em profundidade (sua distribuição) se comportam (deformam) diferentemente quando estão sujeitos a diferentes carregamentos da estrutura. Mas, também, ressaltamos que se deformam em função das pressões da água nos vazios dos solos. Daí a importância de separas solos saturados e não saturados.

Vamos explicar. Os solos saturados se deformam por atuação das cargas da estrutura, mas também pela variação das pressões de água nos vazios dos solos. Quando carregamos os solos saturados à água sob pressão escoa.

Mas, o problema se complica a se considerar a velocidade de escoamento nos vazios. Podemos imaginar as diferenças entre solos arenosos (areia praia) e argilosos (usado para tijolos, vasos e tenhas). Ou seja, solos argilosos recalque durante dias, meses até dezenas de anos (exemplo dos prédios de Santos).

Também no caso de solos saturados temos o problema de rebaixamento do lençol freático (nível de água no subsolo) que muitas vezes se torna necessário quando executamos escavações abaixo do nível de água. Veja artigo sobre esta situação em www.dynamisbr.com.br

Quando temos solos não saturados à falta de conhecimento é maior, pois nossa cultura (o que aprendemos na escola de engenharia) é proveniente da Europa (clima temperado). Mas, no Brasil, o clima é tropical e nossos solos geralmente são não saturados.

Nos solos não saturados os solos sofrem deformação decorrente do carregamento. Mas também decorrente as variações de umidade. Os seja, os solos não saturados, deformam e ou perdem resistência com a variação de umidade independentemente do carregamento.

Assim os solos não saturados podem colapsar, expandir ou deformam com a variação de umidade, não precisam ser inundados.

Ressalta-se que as variações de umidade ocorrem por ocasião de chuvas e vazamentos das redes hidráulicas, sanitárias e drenagem superficial.

Outro modelo geotécnico importante para avaliar recalques em edificações é o efeito dos esforços laterais sobre as estrutura provenientes de aterros laterais as estruturas e fundações.

Ressaltamos que os fenômenos apontados acima tanto para solos saturados (vazios repletos de água) ou não podem e devem ser mensurados com as sondagens, coleta de amostras e execução de ensaios de laboratório.

Os custos para retirar amostra podem ser executados por qualquer ajudante sem qualificação (é muito fácil) e os valores de custo de ensaios são viáveis para qualquer tipo de edificação. Solicitar, em caso de interesse, no site www.dynamisbr.com.br, maiores informações.


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